O que aprendi no Startup Weekend Curitiba

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11 de abril de 2013

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O Startup Weekend é um evento criado em Seattle e que tomou proporções gigantescas e hoje acontece no mundo todo. Entre os dias 05 e 07/04/2013 aconteceu uma edição em Curitiba.

O objetivo do evento é criar uma startup em 54 horas. Algumas ideias (ideia mesmo, nada de negócio implementado) são selecionadas entre os participantes, formam-se as equipes e o pessoal toca o terror pra fazer acontecer a startup em um final de semana.

Tive a oportunidade de ser um dos mentores – profissionais de mercado que auxiliam os startupeiros em suas áreas de atuação. Lá aprendi coisas muito boas e outras nem tanto acerca de empreendedores e startups em geral.

Coisas boas

Fazer acontecer

Aqui o bicho pega!

Aqui o bicho pega!

O Startup Weekend nos faz lembrar nossa capacidade de fazer acontecer. Na prática são bem menos de 54 horas para pensar, planejar e iniciar um novo negócio. Com a exceção de uma equipe, todas as demais onze equipes demonstraram grande capacidade de fazer acontecer e tirar a bunda da cadeira. Isso é muito bom! Mas por que será que não somos todos os dias assim? =/

Abraçar a ideia

A maior parte dos participantes ou não teve sua ideia como mais votada ou nem lançou uma própria ideia. Mas mesmo assim a grande maioria abraçou a causa de outra pessoa e deu seu sangue pra ajudar de alguma maneira. As vezes é difícil abandonar a “síndrome do não inventado por mim” e realmente se dedicar ao projeto criado por outra pessoa.

Gerar vendas

Num sábado e num domingo teve equipe que faturou!!! Dinheiro vivo na mão! É isto que gostamos de ver: menos tempo gerando ideias e mais tempo lá fora junto aos clientes. Se num fim de semana é possível gerar vendas  a partir de uma ideia capenga (capenga no sentido de praticamente sem planejamento nenhum), porque sua empresa não consegue faturar no mês inteiro?

Coisas ruins

Ninguém quer vender

Foi incrível. No primeiro dia, quando as pessoas apresentavam suas ideias para votação ela deveria dizer que tipo de profissionais ela precisava. Era praxe: “Preciso de um designer e alguém pra vendas...”, “preciso de um programador, um web designer e alguém de marketing e vendas”, “Preciso de um administrador e um vendedor...”. Todos precisavam de alguém pra vender e/ou fazer o marketing.

Pergunta básica a partir disso: Ninguém gosta de vender?  Ninguém quer vender? Ser o CEO da empresa todos querem, mas arregaçar as mangas e ir pras vendas ninguém quer!

Metas audaciosas DEMAIS

1 milhão em 6 meses?

1 milhão em 6 meses?

Isto é normal do ser humano. Ao definirmos metas, acabamos “esquecendo” todo o resto e definimos metas como se fôssemos trabalhar apenas numa coisa. Aí definem-se metas gigantes de faturamento ou metas gigantes de número de contratos fechados.

Calma, meu filho, você não é a pessoa mais produtiva do mundo e muito menos o último biscoito do pacote para seus clientes!

Apresentações ruins

Das 11 apresentações finais do negócio (para uma banca avaliadora além e para os demais participantes), pelo menos 6 ficaram muito abaixo do esperado. Ok, são apenas 5 minutos e o nervosismo bate forte. Mas mesmo assim, como eu disse no evento, o melhor negócio do mundo pode ficar em segundo plano por causa de uma apresentação medíocre.

Se o seu cliente (no caso a banca avaliadora) não entender seu projeto, como vai comprar de você?!

Galera ponta firme!

Galera ponta firme!

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Escrito por
Felipe Piragibe
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