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Por que tentar fazer tudo sozinho na empresa pode parecer satisfatório, por você se sentir ocupado(a), mas é apenas um grande gargalo?

Empresário, vamos ter uma conversa bem sincera aqui. Sabe aquele dia exaustivo, em que você chega em casa às 21h, joga a chave na mesa, senta no sofá e pensa: “Nossa, hoje eu carreguei o piano sozinho. Resolvi o problema do cliente, cobrei o fornecedor, fiz o café e ainda fechei o caixa”?

No fundo, rola uma satisfação, não rola? 

Você se sente essencial, sente que a empresa só respira porque você está lá o tempo todo, observando, fazendo e cobrando.

Pois é, mas essa sensação de “dever cumprido” é uma das maiores armadilhas do empreendedorismo. 

Estar ocupado não é o mesmo que ser produtivo. Na verdade, se você faz tudo sozinho, você não é o herói da sua empresa, você é o freio dela.

Enquanto você estiver viciado na dopamina de “apagar incêndios”, seu negócio estará condenado a ser pequeno. Vamos entender por que isso acontece e como você vira essa chave.

Então, vem com a gente nesse artigo!

dicas para sair do operacional

Por que é tão viciante ser o “Faz-Tudo”?

Por que a gente insiste tanto em centralizar as tarefas, mesmo reclamando que está cansado?

A resposta é psicológica: o operacional dá resultado imediato. 

Se você atende um cliente que faz um serviço bem feito, ele sai feliz na hora, se colocar sua energia no estoque, é possível ver a prateleira arrumada em instantes e por aí vai!

O seu cérebro ama isso (e quem não ama?), mas isso acontece porque ele recebe uma dose de satisfação rápida. 

Já a Estratégia, que é sentar para analisar indicadores, criar processos, treinar uma equipe, planejar o próximo ano é “chato”, demora a dar fruto e não te dá aquele parabéns imediato.

E pra quem está acostumado com a recompensa rápida, pode ser um pouco frustrante!

O perigo é o seguinte: você troca o seu tempo (que deveria custar muito) por tarefas que um assistente muito mais barato faria. 

No fim do dia, você está esgotado, mas a sua empresa não deu um passo em direção ao crescimento. Você só manteve as luzes acesas, mas não ajudou a construir o futuro.

O Perigo da Centralização

Quando você decide que “só eu sei fazer direito” ou “deixa que eu resolvo porque é mais rápido”, você está cometendo dois crimes graves contra o seu próprio patrimônio e contra o seu futuro.

Você rouba o crescimento estratégico

É uma questão de física: dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Na sua agenda, é a mesma coisa. 

Enquanto o seu cérebro está ocupado conferindo se o motoboy saiu com a entrega ou se o boleto do fornecedor de limpeza foi pago, ninguém está pensando em como dobrar o faturamento.

O dono operacional é um visionário que ficou cego pela poeira da rotina e se você gasta 90% do seu tempo na operação, sua empresa tem só 10% de cérebro estratégico (se tiver).

Você atrofia o seu próprio time

Este é o ponto que dói: ao fazer tudo, você vira um chefe da creche que precisa sempre dar a palavra final, verificar se as coisas estão sendo feitas corretamente e ficar no pé pra que tudo saia como combinado.

Se você corrige cada vírgula e se você atravessa o trabalho dos seus colaboradores para “agilizar”, você mata a iniciativa deles. Assim, você cria um exército de robôs!

Seus funcionários param de pensar porque sabem que o “chefe” vai chegar e resolver. Eles se tornam dependentes, inseguros e, no fim das contas, desmotivados. 

Você reclama que “ninguém quer nada com nada”, mas a verdade é que você não dá espaço para eles serem donos de nada. 

Agora, para e pensa: se você sumisse hoje por 15 dias, a sua empresa faturaria mais ou menos? 

5 Dicas Práticas para Largar o Operacional

1. Aplique a “Regra dos 80%” 

Este é o maior freio de mão do empresário centralizador: a busca pela perfeição. 

Você não delega porque acha que ninguém vai fazer “tão bem quanto você”. E quer saber? Você tem razão. No começo, ninguém vai fazer igual a você.

Mas aqui está o segredo: se um colaborador consegue entregar uma tarefa com 80% da qualidade que você entregaria, deixe ele fazer.

  • Os 20% de diferença é o “preço” pela sua liberdade.
  • Use esse tempo que sobrou para focar em estratégia, em novos canais de venda ou em parcerias.
  • Com o tempo e o seu feedback, esses 80% viram 90%, depois 100%. Mas se você nunca soltar, eles nunca aprenderão.

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2. Crie Manuais e Processos

As pessoas não erram porque são ruins, elas erram porque não sabem exatamente o que você espera delas.

Ação prática: Escolha a tarefa que mais te toma tempo hoje. Pode ser o fechamento de caixa, a recepção de um cliente ou a conferência de um pedido.

  • Pegue o seu celular e grave um vídeo fazendo a tarefa ou escreva um checklist simples: “1º passo faz isso, 2º confere aquilo, 3º clica aqui”.
  • Pronto, você acabou de criar um processo!
  • Agora, quando alguém tiver dúvida, você não responde. Você diz: “Dá uma olhada no manual”. 

Muitos empresários que chegam na 4blue dizem: “Ah, mas o meu negócio é diferente, é muito complexo”. 

Sabe o que a gente descobriu em mais de 65 mil empresas? Tudo o que é repetitivo pode ser transformado em processo. 

Se tem um passo a passo, pode ser delegado.

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3. Trave a sua Agenda!

Se você não tem nem 1 hora por dia para pensar na sua empresa, o que você está fazendo com o seu tempo? Você precisa (SIM, você precisa!) ter momentos em que você vai se trancar na sua sala sozinho e ninguém vai te interromper.

Para começar a colocar isso em prática, é simples!

Ação Prática: Bloqueie um horário fixo na sua agenda (sugerimos a primeira hora da manhã). 

Nesse período, o seu celular fica no SILENCIOSO e você não vai atender cliente, não vai resolver pepino e não vai responder grupo de WhatsApp. É foco total!

O que fazer nessa hora? Olhe para os seus números. Confira seu Fluxo de Caixa, seu DRE, sua meta de vendas ou planeje a semana.  Com certeza tem muita coisa a ser feita!

É nessa hora que você deixa de ser o “bombeiro” e vira o CEO estrategista!

4. Tenha Líderes, não Ajudantes

Pare de contratar pessoas só para “te dar uma mãozinha”. Quem só tem ajudante, continua tendo que pensar por dois.

Por isso, procure profissionais que já sejam mais qualificados ou identifique pessoas dentro da sua própria empresa que você pode desenvolver.

Ação Prática: Quando você for contratar alguém para o financeiro, por exemplo, ele precisa ser o dono da área

Ele não deve te perguntar: Chefe, posso pagar o boleto da luz?”. 

Ele deve te dizer: “Chefe, o boleto da luz está pago e aqui está o relatório de fluxo de caixa da semana”.

Delegue a responsabilidade e não apenas a tarefa. E, pra isso, dê autonomia para as pessoas errarem pequenas coisas, para que elas aprendam a acertar grande sem você precisar estar olhando.

5. Seja menos Acessível

Você não vai conseguir viajar por 30 dias de uma hora para outra, mas uma hora você precisa conseguir fazer isso.

Para chegar nesse patamar, é preciso ir “treinando”.

Ação Prática: Comece pequeno e saia da empresa uma tarde inteira na quarta-feira e desligue o celular. No dia seguinte, veja o que aconteceu.

Se alguma coisa deu errado, é por ali que você deve começar a arrumar. 

Ajuste o que deu errado e, na semana seguinte, suma por um dia inteiro. Repita o processo até que você consiga ficar uma semana fora e, ao voltar, descubra que a empresa faturou mais do que quando você estava lá.

Isso realmente pode acontecer, acredite!

O teste do sumiço dói no começo porque o seu ego vai querer ser necessário. Você vai querer que o telefone toque. Se ele não tocar, parabéns: você finalmente construiu um negócio de verdade.

O Próximo Nível exige um Novo Dono

Sair do operacional dá um frio na barriga, sabemos muito bem disso! 

Parece que você está perdendo o controle, mas a verdade é o oposto: você só tem o controle de verdade quando a sua empresa roda sem você. 

Uma empresa que depende do dono é um negócio frágil, que corre risco de falir a cada gripe que você pega. 

Uma empresa que roda com processos, indicadores e pessoas treinadas se torna uma Máquina de Lucros.

Você não abriu um CNPJ para trabalhar 15 horas por dia e não ver seus filhos crescerem, você abriu para ter liberdade.

Então, solta esse piano e assume o seu lugar de direito: a cadeira de CEO.

Se você sente que é o gargalo do seu próprio crescimento e quer aprender como organizar sua empresa, criar processos e liderar uma equipe que entrega resultados sem você, a 4blue é o seu próximo passo.

No Programa Máquina de Lucros, nós entramos no seu negócio para te ajudar a sair do operacional para construir uma empresa que cresce até em tempo de crise e te dá liberdade para tirar férias!

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