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lista-espera

Quero compartilhar como nós estamos fazendo uma pequena revolução no modelo de consultoria.

Sempre gostamos e estudamos muito sobre inovação. Desde a criação, a empresa foi pensada a partir de metodologias de inovação.

E agora conseguimos dar um novo salto no modelo de consultoria.

 

Mas primeiro precisamos viajar até a Índia. Existe um Hospital de Olhos chamado Aravind. Ele se tornou o maior hospital de olhos do mundo.

Aravind Iluminismo Financeiro

Eles criaram um processo onde eles conseguem fazer 10 vezes mais cirurgias oculares do que a média dos outros hospitais.

Para se ter noção do nível de produtividade, o cirurgião, que é o sujeito com a mais alta capacidade (e salário), quando termina uma cirurgia, ele se vira para o lado e imediatamente já tem outro paciente esperando para iniciar o procedimento.

Todo o processo de preparação do paciente, atendimento, conversa com a família, "despreparação" do paciente, etc. não é feito por aquele cirurgião.

 

E assim, podemos voltar ao nosso mundinho aqui no Brasil...

Todo prestador de serviço enfrenta um problema, que é a falta de capacidade de escala, ou seja, ter que atender cada cliente individualmente.

Em 2013 assisti a palestra do Vijay Govindarajan, um dos maiores consultores de inovação no mundo, que contou melhor o estudo de caso do Hospital. VijaySaí da palestra abismado pensando:

“Se eles conseguem remodelar o processo do hospital para se tornar 10x mais produtivo, como nós, como uma empresa de consultoria, não poderemos fazer o mesmo?

 

A partir dali eu e o Aleks começamos a quebrar a cabeça para aumentar a produtividade da consultoria, aumentar a escala e, quem sabe, até reduzir o preço.

O consultor é um profissional que, basicamente, resolve problemas.  Vê uma situação e pensa numa solução.

Porém, a consultoria financeira tem uma “mágica”. O processo financeiro de qualquer empresa é basicamente igual. Seja da Microsoft do Bill Gates ou da Padaria do seu Joaquim.

É entrada e saída de dinheiro. Lucro. Controle. Análise.

Assim, o consultor se torna mais importante nos detalhes, para tirar dúvidas, fazer correções, ajudar as análises, etc. etc.

Aí começamos a pensar: temos um método de consultoria que estrutura a gestão financeira em 35 dias. Assim, por ser um MÉTODO, todas as reuniões basicamente são iguais. A primeira, a segunda, a terceira e assim por diante.

Assim, se todas as reuniões são basicamente iguais, por que não ser literalmente iguais? Por que não transformar estas consultorias em vídeo-reuniões? Que dispensam a presença do consultor presencialmente (ou mesmo por Skype) e falam exatamente aquilo que o consultor iria falar.

E se o cliente tiver dúvida, ele entra em contato com o consultor.

 

E foi isso que fizemos. A partir daí surgiu o Iluminismo Financeiro.

iluminismo financeiro

Uma consultoria baseada em vídeo-reuniões, em que ele segue a metodologia normal da consultoria, mas ao invés de estar presencialmente em cada reunião com o consultor, ele assiste uma vídeo-reunião.

Ao invés de eu, como consultor, ter que gastar 3h para 3 clientes diferentes, já não preciso mais ter esse tempo todo.

Consigo ensinar aquilo que o cliente precisa saber e passar as atividades que ele deve executar por meio do vídeo. E todos os detalhes, dúvidas, adaptações inerentes ao processo de consultoria aí sim entra o consultor – como o cirurgião que entra no momento mais necessário.

Conseguimos repensar e automatizar o máximo possível o processo de consultoria.

 

Resultado: conseguimos ter mais clientes, impactar mais pessoas, ajudar mais empresas e para você, cliente, conseguimos reduzir o preço da consultoria normal.

O Iluminismo Financeiro sai menos da metade que uma consultoria normal. Nos mesmos trinta e cinco dias e com o mesmo método de consultoria.

 

Então é isso! Queria compartilhar um pouco dessa história e como estamos inovando e remodelando a consultoria tradicional para ter mais escala e atender mais empresas. Fica ligado porque em breve você vai ouvir falar do Iluminismo Financeiro.

 

Se você quer estruturar sua gestão financeira, ter pleno contorle das movimentações e saber analisar os números para ter mais lucro, cadastre-se na lista de espera do Iluminismo Financeiro, a consultoria financeira que vai mudar os rumos do seu negócio!

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PS.: Aqui você encontra o vídeo que explica um pouco sobre a história do Hospital Aravind que nos inspirou.

 

startup-lab renan Por Renan Kaminski (sempre tentando e tentando novamente inovar)

 

(você pode ver o vídeo ou assistir o post. O que preferir =])

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=MsPGzycY5qw]

Hoje eu ministrei uma palestra em Curitiba, no Espaço Marmo, chamada “4 passos para turbinar os lucros da sua empresa” para cerca de 30 pessoas.

Num dado momento da palestra pegamos a empresa de um participante (um serviço de pintura, no caso) como exemplo para mostrar que um aumento de 10% nas vendas ia impactar em X% o lucro final.

Na construção do raciocínio nós vimos que aumentar as vendas, obviamente aumenta o faturamento e também aumenta os custos variáveis (faturamento e custo variável andam juntos). Porém, algumas pessoas falaram que a despesa fixa também iria aumentar, no caso de um aumento das vendas.

Segundo estes participantes para aumentar as vendas precisaria contratar mais funcionário, por exemplo.

Aí eu falei (voz de Sylvester Stallone): “Negativo... como estamos aumentando em apenas 10% as vendas, pressupomos que a estrutura atual dá conta do recado!”

Aí o participante que ofereceu a empresa como exemplo, soltou esta:

"Mas aí você arrocha o funcionário!"

arrocha o funcionárioObviamente as risadas correram soltas.

Mas o ponto é: SIM! Você arrocha o funcionário! Na verdade, você tem que arrochar toda a empresa!

Teu negócio precisa fazer mais com o mesmo. Precisa fazer os funcionários produzirem mais... seja sendo mais eficiente, tendo melhores processos, metodologias, usando tecnologia, enfim...

Você precisa buscar incansavelmente aumentar as vendas sem precisar aumentar as despesas.

Portanto, arrocha o seu funcionário e faz crescer o seu faturamento!!!

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startup-lab renanPor Renan Kaminski (arrochando geral)

corda bambaRecentemente a Revista Exame lançou uma matéria mostrando que vários e-commerces brasileiros  tem seus faturamentos de mais de 9 dígitos (mais de 100 milhões) por ano, mas ainda assim tem prejuízos (igualmente milionários).

[Você pode conferir a matéria aqui]

A Dafiti, e-commerce na indústria da moda, pretende alcançar faturamento de 1 bilhão de reais em 2014, mas se continuar no mesmo ritmo terá cerca de 200 milhões em prejuízo. A B2W (Submarino.com e Americanas.com) teve prejuízo acumulado de 420 milhões nos últimos três anos. A Nova Pontocom, dona das lojas virtuais de Casas Bahia e Ponto Frio, perdeu 28 milhões em 2013. A Netshoes teve faturamento de 1,2 bilhão de reais em 2012 e prejuízo de 80 milhões.

Ou seja, se fossem empresas normais estariam fodidas quebradas e mal pagas!

Estratégia ou incompetência?

A princípio estratégia. Mas a incompetência pode colocar a empresa no caixão.

A principal (ou uma delas) vantagem competitiva que uma empresa pode ter são os ganhos de escala. Ou seja, a empresa conseguir aumentar muito o seu faturamento com a mesma estrutura fixa.

Vamos criar um exemplo da líder e vice líder num determinado setor (valores totalmente hipotéticos):

 *valores em mil

Líder

Vice-líder

Faturamento

1.000.000,00

800.000,00

Custos Variáveis

450.000,00

360.000,00

Margem Bruta

(margem de contribuição)

550.000,00

440.000,00

Despesa Fixa

300.000,00

270.000,00

% despesa fixa

30%

34%

Lucro

250.000,00

170.000,00

% Lucratividade

25%

21%

Explicando: a empresa líder fatura 1 bilhão de reais (todos os valores estão em mil, ou seja, coloque sempre três zeros a mais), enquanto a vice fatura 20% menos, 800 milhões. Observe que consideramos que a vice líder tem uma estrutura fixa 10% menos que a líder.

No final das contas, a empresa líder tem uma lucratividade 4% superior, ou seja, 80 milhões de reais a mais no ano.

Isto significa que a empresa líder tem 80 milhões a mais para “gastar” para ficar no patamar de sua principal concorrente. Este é o principal efeito dos ganhos de escala. Como consegue-se aumentar muito as vendas em uma estrutura relativamente igual, consegue-se transformar isso em uma grande vantagem competitiva.

Portanto, a estratégia destes grandes e-commerces é se tornar líder do mercado, custe o que custar e, assim, ter os benefícios dos ganhos de escala.

Boa estratégia ou loucura?

É importante ressaltar que apesar de consultor empresarial, meu foco de trabalho não é grandes empresas (muito pelo contrário), portanto minha análise pode haver falhar.

Ao meu ver, esta estratégia de conquistar a liderança é boa se ela estiver pautada em investimentos de marketing. Caso seja uma estratégia voltada para o preço baixo, vejo que é um tiro no pé.

Explico: Se no exemplo acima, além dos 300 mi de despesas fixas, a empresa líder gastar mais 300 mi em marketing para conquistar a liderança, ela teria um prejuízo de 50 milhões. O ponto é: quando esse investimento diminuir, a líder de mercado vai conseguir manter seu faturamento? Se o marketing e relacionamento for bem trabalhado, é bem possível.

Agora, imagina que, na verdade, o faturamento da empresa deveria ser 50% maior, mas, para ganhar o mercado, ela está oferecendo grandes promoções e descontos. Quando ela voltar a praticar o preço ideal, será que os clientes vão continuar comprando? Aí eu já acho pouco provável...

Mas um dia o dinheiro acaba...

Se você leu a matéria, viu que na prática essas empresas estão vivendo de investimentos externos, afinal, se elas estão constantemente dando prejuízo, alguém tem que pagar a conta. Mas um dia o dinheiro acaba e se a empresa não começar a lucrar e viver do próprio capital, pode ser que ela esteja fadada a morrer ou tenha que ser vendida para outra corporação – muitas vezes por um preço abaixo do que realmente vale.

Vamos aguardar para ver, mas enquanto as empresas investem muito em marketing e brigam por preços, quem sai ganhando é o consumidor!

Renan Kaminski Damasceno

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indicadoresNo dia 20/03 aconteceu a 41ª edição do Café com Negócios Curitiba e o Thiago Alves, do Ideia no Ar ministrou uma palestra sobre “’Startup’ seus serviços”.

Vou aproveitar o gancho do tema e falar um pouco sobre como a KaminskiAvalca está criando uma startup dentro da própria empresa.

O que é uma Startup?

Começando pelo começo, Eric Ries (um dos grandes autos sobre o tema) define Startup como:

Uma instituição projetada para criar novos produtos e serviços sob condições de extrema incerteza

Isso significa que a Startup tem algum grau de inovação e, justamente por isso, vive em condições de incerteza, mais do que o normal em uma empresa tradicional.

Eu, pessoalmente, ainda considero que uma boa startup precisa ter uma alta capacidade de escala, ou seja, conseguir crescer muito o faturamento sem precisar crescer as despesas fixas no mesmo ritmo.

O que estamos fazendo...

A grande especialidade da KaminskiAvalca é gestão financeira para pequenas empresas. No decorrer do tempo nós criamos uma metodologia de consultoria financeira que funcionava da mesma forma para a grande maioria das organizações que atendíamos, desde as de porte super pequeno até as maiores.

Porém, um grande problema do prestador de serviços é justamente a falta capacidade de atender inúmeras empresas ao mesmo tempo. Assim, sempre nos perguntávamos, “como atender cinco vezes mais clientes com a mesma estrutura de hoje?!”.

A partir de vários brainstormings chegamos numa boa hipótese:

Se o processo da consultoria é igual, ou seja, as reuniões com os diferentes clientes têm a mesma temática (a primeira reunião sempre é “igual” para todos, assim como a segunda e etc...), por que não gravar uma parte destas reuniões?

E foi isso que fizemos! Ao todo, nesta nova solução que desenvolvemos, são oito reuniões, sendo que cinco delas são gravadas e as outras três ao vivo por Skype.

Estas cinco reuniões são iguais para todos, mas a consultoria continua personalizada justamente porque entre as reuniões nós acompanhamos o cliente e vamos fazendo as customizações necessárias para sua empresa.

Para colocar num passo a passo de startup, o que fizemos foi:

1. Crie uma hipótese

Nossa hipótese foi: nós conseguimos atingir o mesmo resultado e o mesmo prazo da consultoria financeira presencial ao ter algumas reuniões gravadas mesclando com reuniões presenciais.

2. Desenvolva um protótipo

A lógica aqui é gastar o menos possível e ser o mais rápido para colocar sua hipótese a prova. Assim, em dois meses adaptamos nossa metodologia e lançamos nossa consultoria online e conseguimos os primeiros clientes.

Usamos os recursos que tínhamos para gastar o mínimo possível. A lógica é: se sua hipótese estiver errada, você não gastou uma grana preta!

3. Avalie e mensure

Para todos os serviços nós fazemos uma mensuração dos resultados, mas neste caso, estamos sendo muito mais detalhistas. Estamos medindo quanto tempo gastamos em cada etapa, com cada ação e com cada cliente que atendemos.

Estamos anotando todas as dúvidas que surgem, registrando observações e mensurando o desenvolvimento dos clientes. Tudo isso para aprender o máximo possível.

4. Aprenda

O objetivo de todo este ciclo é você aprender o máximo e o mais rápido possível para melhorar sua hipótese e reconstruir seu serviço/produto.

Neste processo pode ser que você descubra que sua hipótese estava errada, ou que os clientes enxergam o valor em outros aspectos ou que com pequenos ajustes você pode deslanchar.

5. Depois de comprovar suas hipóteses, invista e cresça!

Lembre-se: você não tem recursos para desperdiçar com uma HIPÓTESE. Depois de percorrer este ciclo algumas vezes e perceber que sua hipótese já é um “fato”, aí sim é hora de mandar ver!

Em nosso planejamento financeiro já temos orçado uma quantia para caso a consultoria passe nos testes, nós investirmos em seu crescimento!

Se você ficou curioso, entenda melhor sobre nossa consultoria em gestão financeira para pequenas empresas!

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Renan Kaminski Damasceno

2014-01-23 09.31.28

O último Café com Negócios, dia 23/01, foi ótimo! Além das comidinhas e networking, tivemos palestra com o Leonardo Frade, que falou sobre Escalabilidade nos Negócios.

Abaixo um resumo dos principais pontos:

O que é um negócio escalável?

O termo ganhos de escala vem da produção, no qual quanto mais se produz de um item, menor será seu custo unitário.

Em negócios, considera-se escala a capacidade de "desgrudar" a Receita dos Gastos. Ou seja, é a empresa aumentar duas, três, dez vezes seu faturamento, mas as despesas totais aumentarem numa proporção muito menor.

Prestadores de serviços não são escaláveis!

A notícia ruim, que todo prestador de serviço já descobriu, é que serviços por natureza não geram escala. Para aumentar o faturamento, você precisa prestar mais serviços e, para tal, provavelmente precisará contratar mais pessoas! + receita com + custo não é muito legal!

Exemplos do que fazer

Não é simples, mas é possível. O Leonardo Frade citou alguns cases de serviços que criaram escala.

Um exemplo foi o aplicativo de celular Dieta e Saúde que tornou o serviço de nutricionista ultra escalável. Outro exemplo é o case da Beleza Natural, que resolveu o problema "do cabelo ruim". Assim, as  pessoas passaram a buscar o salão de beleza (e seu produto mágico) e não mais o cabeleireiro que sempre pula de salão.

O ponto para pensar a escalabilidade do negócio é ampliar a visão. O segredo provavelmente não estará em, por exemplo, ter mais encanadores trabalhando, mas talvez ter uma micro franquia, como fez o Doutor Resolve.

Tudo começa com uma pergunta "simples":

Como aumentar minha receita sem ficar dependendo de contratar novas pessoas e/ou aumentar a estrutura da empresa?

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Aproveitando a deixa, inscreva-se para o próximo Café com Negócios. Se você gosta de conversar sobre negócios e gosta de comer, este será o local certo! =]

Confira aqui

Renan Kaminski

renan okpeq

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