“Será que minha empresa dá lucro?”

Essa é uma das perguntas mais frequentes que recebemos, principalmente no caso de empresas que estão em situação de dívidas.

 

O instrumento essencial que você vai usar para descobrir esse número é o RELATÓRIO DE FLUXO DE CAIXA, mas não aquele relatório que você vê basicamente entradas x saídas.

 

ALERTA FOFURA: ao final desse post, deixaremos aqui um link para você baixar nossa planilha que oferece opções mais avançadas para você fazer seu fluxo de caixa corretamente 😘😍

 

Não significa que precisa ser complexo, mas é preciso ter claramente à sua frente informações que irão possibilitar o cálculo da lucratividade da sua empresa.

 

E essas informações fundamentais é o que iremos mostrar agora.

 

Para ilustrar como é feita essa conta, vamos imaginar, por exemplo, que você venda impressoras.

 

E que a média de preço das suas impressoras é de R$ 599,00

 

Esse valor de entrada será lançado no campo RECEITA na sua planilha do fluxo de caixa. É o primeiro preenchimento que deve ser feito.

 

Maaaaas...  desses 599 reais serão retirados alguns valores.

Se o cliente realizou o pagamento para você em cartão, desconte o valor da taxa que o cartão come…

 

Retire também uma parte foi para o Imposto sob a Nota Fiscal (é a parte que mais dói, a gente sabe);

 

Para vender a impressora, você teve que comprar (ou produzir). Então, uma boa parcela foi para os fornecedores…

 

Também é preciso tirar o frete e outros custos que foram necessários para fazer essa impressora chegar até o ponto de venda.

 

UFA!

 

Todos esses custos que nós tiramos nessa primeira etapa fazem parte do CUSTO VARIÁVEL. Eles estão diretamente atrelados à sua receita. Quanto mais você vende, mais custo variável você tem.

 

E entender essa dinâmica é fundamental para seu negócio.

 

A partir daqui temos o primeiro conceito a ser traçado:

 

RECEITA - CUSTO VARIÁVEL = MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (ou lucro bruto)

 

Entendido?

 

Mas não acaba por aqui.

 

Você também terá outros custos para retirar dessa venda:

- Tarifa bancária

- Tarifas do contador

- Aluguel

- Condomínio

- Salário da equipe

- Salário dos sócios

E mais uma série de valores classificados como DESPESAS FIXAS. Essas são despesas que, faça chuva ou faça sol, você terá que arcar.

 

 

Água e energia elétrica, por exemplo, são despesas fixas mesmo que os valores sejam diferentes por mês. Porque não importa se você vender ou não, essas despesas serão cobradas de você, mesmo que o mínimo.

 

Os gastos fixos não estão necessariamente atrelados às suas vendas.

 

Percebe que, com esses dados, estamos montando um relatório estrutural da sua empresa?

 

A próxima conta que precisamos fazer então é:

 

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO - DESPESAS FIXAS = LOAI

 

LOAI significa LUCRO OPERACIONAL ANTES DOS INVESTIMENTOS

 

E isso é o Arroz com Feijão do seu negócio.

 

Isso quer dizer que se você recebeu dinheiro, pagou os custos variáveis, pagou os custos fixos e acabou o dinheiro antes do LOAI… SEU NEGÓCIO ESTÁ RUIM. 😢

 

Ele precisa se positivo na maior parte do tempo.

 

Agora… Se você conseguiu fazer sobrar um dinheirinho nessa terceira fase, é hora de calcular os números que farão sua empresa crescer…

 

Marketing, Estrutura física, mobiliário, reformas, computadores, máquinas, consultoria, treinamentos e quaisquer outros investimentos.

 

Esses investimentos são gastos que você faz pretendendo ter um retorno a curto, médio e longo prazo.

 

Então, recapitulando tudo que calculamos até aqui:

 

RECEITA - CUSTO VARIÁVEL = MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (ou lucro bruto)

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO - DESPESAS FIXAS = LOAI

 

E agora temos a seguinte conta:

 

LOAI - INVESTIMENTOS = LUCRO OPERACIONAL

 

O que significa Lucro Operacional?

Isso é o que indica se a sua operação dá lucro ou não.

 

É o resultado final do que entrou na sua estrutura por causa do seu operacional e que sobrou depois de você pagar seus custos fixos e variáveis e ainda investir no crescimento da empresa.

 

Além desses dados, no seu fluxo de caixa precisam constar outros 2 tipos de lançamento que eventualmente sua empresa venha a ter e são classificadas como entrada ou saída NÃO OPERACIONAL)

 

Entrada não operacional são, por exemplo, capitações de empréstimo (não podem ser colocadas como receita porque essa entrada de dinheiro não dependeu do desempenho da operação da sua empresa)

 

Saída não operacional são, por exemplo, o pagamento de empréstimos, distribuição de lucros, pagamento de juros e qualquer outra saída que não dependeu do desempenho da operação da sua empresa.

 

Ao final de tudo, o resultado final do seu fluxo será o chamado RESULTADO LÍQUIDO.

 

Onde está a chave de ouro da análise do fluxo de caixa?

 

Uma situação que vemos acontecer é quando a empresa está 100% até a hora do LOAI, porém o empresário joga muito dinheiro na parte do Investimento.

 

Ou seja, todo o dinheiro que sobra ele investe. Além de não sobrar nada para as próximas etapas, não dava retorno.

 

Com isso, o Lucro Operacional fica negativo.

 

Em outros casos, o Lucro Operacional é positivo, mas as saídas Não Operacionais são muito grandes e o resultado líquido fica negativo.

 

O cenário ideal é fazer seu contas chegarem no Lucro Líquido com sobra.

 

Quanto? Depende do seu tipo de negócio. A 4blue como prestadora de serviço tem uma média de Lucro Líquido de 30% ao mês.

 

Mas nós só conseguimos chegar nesses resultados porque trabalhamos bem cada uma das etapas dos cálculos.

 

Veja cada etapa como pontos de melhoria que sua empresa pode ter.

Essa é a vantagem de ter uma estrutura detalhada como a que criamos na 4blue para fazer o controle de fluxo de caixa: você vê claramente os indicadores que precisam melhorar para chegar ao lucro máximo que sua empresa pode gerar.

 

Apenas trabalhar com DESPESA X RECEITA = SALDO não dá uma noção exata do que precisa ser mudado, concorda?

 

Então, bora pra action...

 

AQUI ESTÁ A PLANILHA ESTRUTURADA PARA ANÁLISE DE FLUXO DE CAIXA.

Faça esse preenchimento detalhado e Bons Lucros!

 

 

Reflita: sua equipe sabe conciliar as vendas com cartão? Você acha que por se tratar de uma pequena empresa, ela não tem condições de realizar esta tarefa?

Este artigo foi criado pela empresa Conciliadora em parceria com a 4blue

 

Todos os dias micros e pequenas empresas são criadas no Brasil. De acordo com o estudo de mercado do Sebrae, as pequenas empresas são responsáveis por 99% de todos os negócios no país, o que demonstra a força deste tipo de negócio para a nossa economia.

Porém, na maioria dos casos, esses negócios não sabem como conciliar suas vendas em cartão com uma equipe pequena.

Como consequência disso, o setor financeiro acaba ficando prejudicado perdendo dinheiro ou pagando taxas extras, sem perceber ao não fazer uma gestão correta dos cartões.

Um dos maiores desafios de qualquer empresa é saber a forma ideal de lidar com as suas finanças. Isso porque a forma como você lida com o controle financeiro é determinante para seu sucesso e crescimento.

O que muitos não sabem é que existem caminhos fáceis e seguros para qualquer empresa.

Você quer saber como conciliar suas vendas com cartão? Leia estas três dicas essenciais de como a conciliação de cartão de crédito, débito e benefícios pode ser uma mão na roda para micros e pequenos empreendedores.

 

#Dica 1: Saiba a importância de conciliar as vendas para o seu negócio

 

 

Independente do tamanho do seu negócio, ter uma  gestão financeira é fundamental para garantir o controle efetivo de ganhos e custos.

Mais investimento, menos gastos e mais rentabilidade:

A conciliação de cartões, ao contrário do que se pensa, não é um trabalho a mais e sim uma forma de garantir a efetividade da gestão financeira. Com o auxílio de uma ferramenta de conciliação, essa tarefa passa a ser executada com mais facilidade e as empresas economizam tempo e esforço.

Dessa forma, é possível desenvolver um planejamento para otimizar suas despesas.

Com ela, você:

 

#Dica 2: Tenha os benefícios da conciliação de cartão em uma única plataforma

 

Você pode economizar mais tempo da sua equipe e evitar erros humanos. Para isso, tenha os benefícios da conciliação de cartão em uma única plataforma.

Conciliar manualmente requer a busca de relatórios no site de cada uma das adquirentes com as quais a empresa trabalha e consequentemente isso atrasa todo o processo.

Já com uma única ferramenta de conciliação automatizada e especializada, as transações de todas as adquirentes estarão em um único lugar e serão auditadas automaticamente.

Os registros são obtidos juntamente às adquirentes e as atualizações são diárias. Desta forma, você terá total controle de suas vendas realizadas com cartão.

Inicialmente, você pode fazer um controle diário, semanal, quinzenal ou até mesmo mensal para ir se acostumando com o sistema. Mas quando já estiver habituado, você poderá fazer tudo isso em apenas 30 minutos diários. Isso será mais do que suficiente para realizar essa atividade!

Para refletir e te ajudar:

Sem a conciliação de cartão
Equipe pequena + gestão financeira = maior o tempo perdido.

Com a conciliação de cartão
Equipe pequena + gestão financeira = otimização de tempo.

 

#Dica 3: Plataforma de conciliação de cartões simples e intuitiva

Existem diversos sistemas de conciliação de cartão no mercado. Mas qual escolher?

Se a sua empresa quer dar um show em conciliação de cartão, escolha uma plataforma que seja bem simples e intuitiva. Analise se há por trás uma equipe especializada que te dará suporte.

E o melhor de tudo, opte por uma plataforma que seja online! Você não precisa baixar e instalar nenhum tipo de programa ou software. Tudo isso, para facilitar o seu dia a dia e o dos seus funcionários.

Com a conciliação de cartões, você estará seguro que suas taxas em cada adquirente estarão corretas e terá a certeza de que tudo que vendeu será realmente pago. Nenhuma cobrança indevida ou pagar taxas extras serão passadas em branco.

Além disso, por fornecer os dados de todas as adquirentes em uma só plataforma, a consulta posterior dos registros para um planejamento financeiro fica muito mais fácil. E assim, você poderá cuidar melhor da saúde financeira do seu negócio.

 

#Dica 4 - Conciliação de cartão realizada de forma constante

Vai começar a conciliar suas vendas com cartão de crédito e débito?

O primeiro passo é qualificar e treinar toda a sua equipe. Faça com que cada integrante saiba a importância que a conciliação de cartão tem em uma pequena empresa.

Em seguida, mantenha o monitoramento constante. Atualize as contas de forma diária ou semanal. A dedicação faz toda a diferença!

Se você deixar os dados desatualizados, as informações conciliadas terão dados distorcidos. Além disso, não será possível identificar nem contestar as divergências a tempo. Aí pode dar adeus aos melhores benefícios da conciliação: economia de dinheiro e tempo!

E se você conseguir economizar 2%, 7%, ou até 10%, irá perceber que esses valores farão total diferença no controle financeiro da sua pequena empresa.

Mas não se preocupe. Com uma plataforma automatizada, logo esta tarefa fará parte da rotina na sua equipe.

O planejamento financeiro com a conciliação de vendas com cartão é essencial para sua pequena empresa! É simples, rápido e assertivo, feito para melhorar a saúde financeira do seu negócio.

Uma boa dica para começar 2019 com novos planos e colocar em ação projetos que vão mudar o seu ano.

Equipe Conciliadora

 

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