A maioria das empresas não chega no momento crítico da falência de uma hora pra outra. O que acontece, na maioria das vezes, é que elas vão quebrando aos poucos, de forma silenciosa por conta de erros na gestão de empresas que são negligenciados.
Decisões que parecem “práticas” ou “necessárias para o momento” são, na verdade, pequenos pregos no caixão do seu negócio.
O problema é que você, empresário, está tão imerso no operacional, tão ocupado “apagando incêndios”, que vai perdendo a visão do todo.
Neste guia, vamos te mostrar as 10 atitudes que mais destroem negócios no Brasil. Se você se identificar com elas, não se culpe, mas se prepare para mudar.
O custo de ignorar esses pontos é a sua falência ou, no mínimo, uma vida em que empreender não vai valer a pena. E nós, queremos que seja justamente ao contrário!

1. Começar (ou continuar) sem planejamento estratégico
Muitos empreendedores têm um “espírito executor” admirável porque eles querem fazer acontecer. O problema é que fazer sem planejar é uma grande cilada!
Começar sem planejamento significa que você não validou seu mercado, não conhece seus custos reais e não tem metas claras.
E se você já tem a empresa há anos e continua sem um plano anual, você está apenas reagindo ao mercado, nunca liderando.
E você sabe bem que, sem plano, tudo se torna urgente. Você vive em estado de alerta, o que acaba com sua energia, tira o seu sono e sua capacidade de olhar para o todo de forma estratégica.
Planejar não é escrever um documento de 100 páginas que ficará na gaveta, mas definir o seu Ponto A (onde estou agora) e o seu Ponto B (onde quero chegar em 12 meses).
Depois, é preciso traçar as 3 ou 4 grandes ações que vão te levar até lá.
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2. Mudar a estratégia toda hora
Este é o erro clássico do empresário criativo, aquele que assiste a um vídeo no YouTube, lê uma notícia ou faz um curso de final de semana e chega na segunda-feira mudando tudo na empresa.
A estratégia precisa de tempo de maturação. Se você muda o foco do marketing, o modelo de vendas ou o público-alvo a cada 30 dias, sua equipe fica confusa, seus clientes não entendem sua proposta de valor e você nunca cria a base cessária para os resultados aparecerem.
Se você se identifica com esse erro, é bem provável que seus colaboradores já pararam de levar suas ideias a sério porque sabem que “semana que vem ele muda de ideia de novo”.
Mas o pior de tudo é que você se torna um “pato”: nada, voa e corre, mas não faz nada disso com excelência.
Para corrigir isso, escolha uma estratégia e dê a ela o tempo de prova. Teste por um tempo pré-definido antes de dizer que “não funciona”.
A constância no básico bem feito vence a “ideia genial”!
3. Economizar em gente errada
Muitos empresários olham para o quadro de funcionários apenas como uma linha de despesa que precisa ser cortada a qualquer custo.
O resultado disso é a contratação baseada apenas no menor salário possível.
O problema é que o “barato” na folha de pagamento gera um custo invisível e devastador: o custo da incompetência.
Uma pessoa mal contratada ou sem o perfil adequado para a função comete erros que queimam sua marca, afasta clientes que você gastou caro para atrair e exige que você, o dono, gaste metade do seu dia refazendo o trabalho dela.
O lucro de uma empresa não vem de economizar R$500,00 no salário de um assistente, mas contratando pessoas boas.
Se você continua contratando “ajudantes” para pagar pouco, você continuará sendo o único cérebro da empresa, sobrecarregado e frustrado.
A gestão de pessoas é, na verdade, uma estratégia de escala. Para virar esse jogo, você precisa aprender a atrair talentos e, principalmente, a formar líderes que resolvam problemas sem precisar te chamar a cada cinco minutos.
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4. Decidir sem olhar para os números
Gerir uma empresa baseando-se apenas na intuição ou no saldo da conta bancária no final do dia é o caminho mais curto para a falência.
O “feeling” do empresário é importante para criar, mas é péssimo para administrar.
Sem indicadores financeiros claros, você não sabe se o desconto que deu para fechar aquela venda destruiu sua margem, ou se aquele produto que você mais vende é, na verdade, o que mais te dá mais lucro.
Você precisa saber, com precisão, qual é o seu ponto de equilíbrio, sua margem de contribuição e seu lucro líquido real.
Sem essa clareza, toda decisão de investimento ou corte é apenas um palpite.
Se você ainda foge das planilhas ou não entende o que os números estão tentando te dizer, o nosso curso Gestão Financeira Lucrativa foi desenhado justamente para tirar essa venda dos seus olhos e te dar o controle total sobre sua gestão financeira de forma simples e prática!

5. Ignorar processos e a padronização
Uma empresa sem processos é uma empresa que depende da memória e do humor das pessoas.
Se cada vez que um cliente é atendido ou um produto é fabricado o resultado é diferente, você não tem um negócio escalável.
Por isso, Ignorar a criação de processos faz com que a qualidade oscile e que o conhecimento da empresa fique guardado apenas na cabeça dos funcionários. Ou pior, na sua.
O maior sinal de falta de processos é quando você sente que nada funciona se você não estiver presente.
Padronizar não significa burocratizar, significa criar um método que permita que a empresa rode com eficiência, independente de quem esteja executando a tarefa.
É o processo que garante que o cliente receba sempre a mesma excelência e que você possa, finalmente, ter liberdade.
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6. Crescer sem estrutura
Existe um mito perigoso de que o faturamento cura todos os males e que se venderem mais, os problemas vão desaparecer.
Na realidade, o crescimento é um acelerador de bons resultados ou de desorganização, dependendo de como está a sua gestão.
Se você dobra suas vendas, mas sua operação é desorganizada, você não dobrou seu sucesso, você dobrou seus problemas, seus custos e as reclamações.
O crescimento saudável precisa ser sustentado por processos, tecnologia e pessoas preparadas.
Caso contrário, você acabará morrendo de “sucesso”, sendo engolido pela própria demanda que não consegue entregar com qualidade.
7. Não acompanhar indicadores de desempenho
Gerenciar uma empresa sem indicadores é, simplesmente, impossível!
Então, pare de fugir dos KPIs (Indicadores Chave de Desempenho) porque têm medo do que eles podem revelar.
O indicador não existe para te punir, mas para te dar o diagnóstico.
Você precisa saber o custo de aquisição do seu cliente, o ticket médio, a taxa de conversão e a rotatividade de estoque.
Sem esses dados, você gasta energia em lugares que não dão retorno e negligencia as verdadeiras minas de ouro da sua operação.
Acompanhar indicadores é o que permite correções de rota rápidas antes que um pequeno desvio se torne um prejuízo enorme!
8. Misturar finanças pessoais com as da empresa
Este é, talvez, o erro mais comum!
Quando você usa o caixa da empresa para pagar o colégio dos filhos, a fatura do cartão pessoal ou o almoço de domingo, você está acabando com a sua gestão financeira.
Essa mistura impede que você saiba se a empresa é realmente lucrativa ou se ela está apenas sobrevivendo para sustentar o seu padrão de vida.
Além disso, cria uma bagunça fiscal e jurídica perigosa. Uma empresa precisa ser tratada como uma entidade separada.
Portanto, você, como dono, deve ter um pró-labore fixo e uma data para retiradas de lucro. Se o seu bolso e o caixa da empresa são a mesma coisa, você nunca terá clareza para reinvestir no negócio ou para entender onde o dinheiro está sumindo.
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9. Centralizar tudo no dono
Pare de ostentar a centralização como se fosse um sinal de dedicação.
A realidade é cruel: se a sua empresa depende de você para tomar cada pequena decisão, você está construindo uma prisão que vai ficar pior com o passar do tempo.
A centralização é o maior gargalo do seu crescimento. Enquanto você está ocupado aprovando um post de rede social ou resolvendo um problema técnico operacional, você está deixando de ser o CEO.
O seu papel deve ser pensar na estratégia, nas parcerias e no futuro, e não ser o “super-herói” que resolve crises que nem deveriam ter chegado até você.
Centralizar não é zelo, é falta de método e de confiança nos processos que você mesmo deveria ter criado.
10. Confiar no improviso e no “jeitinho”
O “jeitinho” é um vício que destrói a previsibilidade de qualquer negócio.
Confiar que “na hora a gente resolve” ou que “o improviso faz parte do empreendedorismo” é uma ilusão perigosa.
O improviso gera desperdício de tempo, de matéria-prima e de paciência da equipe.
Uma empresa profissional trabalha com previsibilidade e quando você confia no improviso, você nunca consegue delegar, porque não existe um padrão a ser seguido; tudo depende da genialidade momentânea de alguém.
Para sair do caos e entrar na escala, você precisa trocar a improvisação por planejamento e a “vontade” por sistemas.
O próximo nível exige um novo método
Se você leu estes 10 pontos e sentiu um desconforto, encare isso como um sinal de alerta positivo.
Portanto, identificar esses erros é o primeiro passo para não permitir que eles enterrem o seu sonho e o seu investimento mais arriscado que é empreender.
A maioria das empresas quebra porque o dono insiste em ser um amador esforçado em vez de se tornar um gestor profissional.
A boa notícia é que nenhum desses problemas é impossível de resolver. Por isso, o que você precisa agora não é de mais horas de trabalho, mas de um novo jeito de olhar para o seu negócio.
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