Respiração boca a boca salva. Mas com marketing é outra história.

A maior parte dos seus clientes hoje vem do boca a boca?

 

Pense um pouco sobre isso e responda.

 

Se a sua resposta foi SIM, você tem um problema.

É óbvio que é bom que seus clientes recomendem seus produtos e serviços. Sem dúvida.

Isso significa que você está fazendo seu trabalho bem e seus clientes estão satisfeitos, por isso indicam seu negócio.

 

O que você precisa prestar atenção é se a MAIOR PARTE dos seus clientes vem do boca a boca…

Pois isso significa que você está terceirizando o seu marketing para os seus clientes.

 

Pensa comigo…

 

Imagine que 80% das suas vendas dependem da indicação de outra pessoa.

E um primeiro momento, vai parecer que isso é algo bom!

Só que, na verdade, demonstra uma falha grande no seu marketing, ou seja, que ele não está ativo.

Terceirizar seu marketing é confiar que outras pessoas, que não fazem parte da sua equipe, não conhecem suas metas (e, claro, que você não pode exigir resultados deles) farão o necessário para que você tenha dinheiro no fim do mês.

Boca a boca não salva nenhuma empresa.

QUEM TEM QUE VENDER SEU NEGÓCIO É VOCÊ.

Você é quem precisa ter o controle de ações claras que trarão novos clientes.

Ter um indicador de recomendação é ótimo, mas isso deve ser um bônus e não sua principal estratégia de marketing.

 

Veja no nosso caso…

 

Você chegou até o canal da 4blue sem indicação de amigos (um ou outro até acontece, mas não é a realidade com a maioria).

Provavelmente, você foi impactado com uma busca no Google (onde o assunto que você estava procurando apareceu dentro do nosso blog), por um vídeo no Youtube, ou por um anúncio no Facebook ou Instagram.

 

Isso é ser ativo no Marketing.

 

E tudo bem se você indicar a gente para alguém que você conhece porque viu que nosso conteúdo tem valor. A gente vai gostar =)

Consideramos isso um indicador de sucesso, mas não contamos com isso para pagar nossas contas, entendeu?

Nenhuma empresa cresce tanto apenas dependendo do boca a boca.

É preciso ter ações e estratégias claras inclusive com o seu marketing.

Reforço aqui: o boca a boca é importante, é muito bom... mas o responsável pelo marketing da sua empresa É VOCÊ, não seus clientes.

Como fazer um marketing ativo?

 

Durante a MARATONA EMPRESÁRIO NINJA - de 8 a 11 de abril de 2019, teremos um dia específico para falar sobre marketing e vendas.

Você vai aprender um pouco mais sobre como utilizar o marketing ativamente a seu favor e quais ações você pode promover para atrair mais clientes para o seu negócio.

 

CLIQUE AQUI para entrar no grupo de whatsapp e PARTICIPE DA MARATONA EMPRESÁRIO NINJA.

 

Serão 4 aulas ao vivo, de segunda a quinta, às 14h com reprise às 19h. E apenas quem estiver dentro desse grupo terá acesso às aulas com tira dúvidas ao vivo.

Este é um grupo fechado, apenas os administradores comentam. E é por lá que você saberá sobre as aulas das maratonas e horários de cada aula. Bora lá? CLIQUE AQUI

“Será que minha empresa dá lucro?”

Essa é uma das perguntas mais frequentes que recebemos, principalmente no caso de empresas que estão em situação de dívidas.

 

O instrumento essencial que você vai usar para descobrir esse número é o RELATÓRIO DE FLUXO DE CAIXA, mas não aquele relatório que você vê basicamente entradas x saídas.

 

ALERTA FOFURA: ao final desse post, deixaremos aqui um link para você baixar nossa planilha que oferece opções mais avançadas para você fazer seu fluxo de caixa corretamente 😘😍

 

Não significa que precisa ser complexo, mas é preciso ter claramente à sua frente informações que irão possibilitar o cálculo da lucratividade da sua empresa.

 

E essas informações fundamentais é o que iremos mostrar agora.

 

Para ilustrar como é feita essa conta, vamos imaginar, por exemplo, que você venda impressoras.

 

E que a média de preço das suas impressoras é de R$ 599,00

 

Esse valor de entrada será lançado no campo RECEITA na sua planilha do fluxo de caixa. É o primeiro preenchimento que deve ser feito.

 

Maaaaas...  desses 599 reais serão retirados alguns valores.

Se o cliente realizou o pagamento para você em cartão, desconte o valor da taxa que o cartão come…

 

Retire também uma parte foi para o Imposto sob a Nota Fiscal (é a parte que mais dói, a gente sabe);

 

Para vender a impressora, você teve que comprar (ou produzir). Então, uma boa parcela foi para os fornecedores…

 

Também é preciso tirar o frete e outros custos que foram necessários para fazer essa impressora chegar até o ponto de venda.

 

UFA!

 

Todos esses custos que nós tiramos nessa primeira etapa fazem parte do CUSTO VARIÁVEL. Eles estão diretamente atrelados à sua receita. Quanto mais você vende, mais custo variável você tem.

 

E entender essa dinâmica é fundamental para seu negócio.

 

A partir daqui temos o primeiro conceito a ser traçado:

 

RECEITA - CUSTO VARIÁVEL = MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (ou lucro bruto)

 

Entendido?

 

Mas não acaba por aqui.

 

Você também terá outros custos para retirar dessa venda:

- Tarifa bancária

- Tarifas do contador

- Aluguel

- Condomínio

- Salário da equipe

- Salário dos sócios

E mais uma série de valores classificados como DESPESAS FIXAS. Essas são despesas que, faça chuva ou faça sol, você terá que arcar.

 

 

Água e energia elétrica, por exemplo, são despesas fixas mesmo que os valores sejam diferentes por mês. Porque não importa se você vender ou não, essas despesas serão cobradas de você, mesmo que o mínimo.

 

Os gastos fixos não estão necessariamente atrelados às suas vendas.

 

Percebe que, com esses dados, estamos montando um relatório estrutural da sua empresa?

 

A próxima conta que precisamos fazer então é:

 

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO - DESPESAS FIXAS = LOAI

 

LOAI significa LUCRO OPERACIONAL ANTES DOS INVESTIMENTOS

 

E isso é o Arroz com Feijão do seu negócio.

 

Isso quer dizer que se você recebeu dinheiro, pagou os custos variáveis, pagou os custos fixos e acabou o dinheiro antes do LOAI… SEU NEGÓCIO ESTÁ RUIM. 😢

 

Ele precisa se positivo na maior parte do tempo.

 

Agora… Se você conseguiu fazer sobrar um dinheirinho nessa terceira fase, é hora de calcular os números que farão sua empresa crescer…

 

Marketing, Estrutura física, mobiliário, reformas, computadores, máquinas, consultoria, treinamentos e quaisquer outros investimentos.

 

Esses investimentos são gastos que você faz pretendendo ter um retorno a curto, médio e longo prazo.

 

Então, recapitulando tudo que calculamos até aqui:

 

RECEITA - CUSTO VARIÁVEL = MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (ou lucro bruto)

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO - DESPESAS FIXAS = LOAI

 

E agora temos a seguinte conta:

 

LOAI - INVESTIMENTOS = LUCRO OPERACIONAL

 

O que significa Lucro Operacional?

Isso é o que indica se a sua operação dá lucro ou não.

 

É o resultado final do que entrou na sua estrutura por causa do seu operacional e que sobrou depois de você pagar seus custos fixos e variáveis e ainda investir no crescimento da empresa.

 

Além desses dados, no seu fluxo de caixa precisam constar outros 2 tipos de lançamento que eventualmente sua empresa venha a ter e são classificadas como entrada ou saída NÃO OPERACIONAL)

 

Entrada não operacional são, por exemplo, capitações de empréstimo (não podem ser colocadas como receita porque essa entrada de dinheiro não dependeu do desempenho da operação da sua empresa)

 

Saída não operacional são, por exemplo, o pagamento de empréstimos, distribuição de lucros, pagamento de juros e qualquer outra saída que não dependeu do desempenho da operação da sua empresa.

 

Ao final de tudo, o resultado final do seu fluxo será o chamado RESULTADO LÍQUIDO.

 

Onde está a chave de ouro da análise do fluxo de caixa?

 

Uma situação que vemos acontecer é quando a empresa está 100% até a hora do LOAI, porém o empresário joga muito dinheiro na parte do Investimento.

 

Ou seja, todo o dinheiro que sobra ele investe. Além de não sobrar nada para as próximas etapas, não dava retorno.

 

Com isso, o Lucro Operacional fica negativo.

 

Em outros casos, o Lucro Operacional é positivo, mas as saídas Não Operacionais são muito grandes e o resultado líquido fica negativo.

 

O cenário ideal é fazer seu contas chegarem no Lucro Líquido com sobra.

 

Quanto? Depende do seu tipo de negócio. A 4blue como prestadora de serviço tem uma média de Lucro Líquido de 30% ao mês.

 

Mas nós só conseguimos chegar nesses resultados porque trabalhamos bem cada uma das etapas dos cálculos.

 

Veja cada etapa como pontos de melhoria que sua empresa pode ter.

Essa é a vantagem de ter uma estrutura detalhada como a que criamos na 4blue para fazer o controle de fluxo de caixa: você vê claramente os indicadores que precisam melhorar para chegar ao lucro máximo que sua empresa pode gerar.

 

Apenas trabalhar com DESPESA X RECEITA = SALDO não dá uma noção exata do que precisa ser mudado, concorda?

 

Então, bora pra action...

 

AQUI ESTÁ A PLANILHA ESTRUTURADA PARA ANÁLISE DE FLUXO DE CAIXA.

Faça esse preenchimento detalhado e Bons Lucros!

 

 

Ser um empresário é ser líder de si mesmo e da sua equipe, é gerir bem os processos, os recursos da empresa e, ainda, traçar os próximos passos.

 

Lendo isso, talvez não fique evidente o quanto isso pode ser difícil, se feito sozinho.

E você deve quebrar esse paradigma. Você não está só!

Há um profissional que estudou toda a sua faculdade sobre isso e tem como profissão lhe direcionar à essa prosperidade: o Contador!

 

No entanto, duas coisas podem te atrapalhar ao invés de lhe ajudar:

A 1ª é falta de conhecimento acerca de quais índices são importantes para o seu acompanhamento

E a 2ª é compreensão errada deles!

Portanto, o meu objetivo hoje é lhe apresentar os PRINCIPAIS índices que você DEVE utilizar para basear a sua tomada de decisão e como o seu Contador pode lhe auxiliar nisso!

 

1º - Lucratividade

 

Lucratividade não é lucro.

Mas nem por isso você deve esnobá-lo! (rs)

O objetivo dele não é evidenciar o seu prejuízo ou o seu lucro, mas sim ajudar a compreender se a sua operação é válida ou não.

A Lucratividade é calculada assim:

(Lucro líquido / receita bruta) x 100

E o que isso significa?

Ele lhe fornece em percentual se a sua operação paga os seus custos e despesas (gastos) e ainda gerar lucro.

Por ser um índice, ele é comparável e é uma excelente forma de compreender – sob essa perspectiva – qual o desempenho da sua empresa se comparada com o que é visto no mercado e nos seus concorrentes.

 

2º - Ciclo Financeiro e Operacional

 

Um dos problemas responsáveis pela falência das empresas brasileiras é a falta de capital para financiar a operação.

Em outras palavras, a má gestão da operação.

Seja por falta de capital, seja por compras indevidas de mercadoria, altos prazos de recebimento e baixos prazos para pagamentos dos fornecedores, enfim... tudo isso está relacionado ao modo como você gerencia a sua operação.

Parece ser simples de resolver - basta ter dinheiro em caixa, certo?

Não exatamente. Na prática, para atuar frente à causa-raiz, devemos entender a tríade dos prazos.

São eles:

Prazo Médio de Pagamento (PMP)

Prazo Médio de Recebimento (PMR)

Prazo Médio de Estocagem (PME)

Estes são os responsáveis pelo Ciclo Operacional e Financeiro, que é a referência para diagnosticar a saúde da sua empresa.

Mais do que entender o que eles significam individualmente (o que não será o objetivo aqui), é preciso entender a relação entre eles.

De forma breve, temos:

PMP: tempo médio para o pagamento aos seus fornecedores e parceiros.

PMR: prazo médio que é dado aos seus clientes para pagamento do seu produto e/ou serviço.

PME:  tempo compreendido em dias em que a mercadoria - desde a sua compra à venda - permanece na empresa.

 

O Ciclo Operacional e o Ciclo Financeiro são as conclusões que conseguimos chegar com os dados acima.

O Ciclo Operacional é dado por:

CO = PME + PMR

Como podemos ver acima, é o somatório do tempo que a mercadoria fica dentro da empresa acrescido do tempo médio que o seu cliente lhe paga, completando a sua operação.

Ele nos auxilia a entender como as decisões têm comprometido o caixa e a capacidade de financiar a operação ou não (falaremos mais sobre isso daqui a pouco).

 

Se a empresa só vende à vista, então o ciclo operacional deve ter o mesmo valor que o ciclo financeiro.

E quanto maior o ciclo operacional, mais tempo a empresa leva para gerar capital.

Já o Ciclo Financeiro é calculado assim:

CF = PME + PMR - PMP

Como podemos ver acima, esse é o caminho que o dinheiro percorre dentro da empresa.

 

É o tempo desde a compra da mercadoria, passando pelo recebimento da sua venda e subtraído do prazo que possuído para quitar com os parceiros.

Com ele é possível entender se você precisa pagar os seus fornecedores antes de receber dos seus clientes ou se os próprios recebimentos financiam a sua operação.

 

Simplificando:

 

Quanto menor for o ciclo financeiro, melhor para empresa, pois mais rápido o dinheiro volta para a empresa.

Um Ciclo Financeiro negativo é quando a empresa recebe suas vendas antes de pagar seus fornecedores, assim, a própria operação do negócio se mantém, não necessitando recorrer à capital de terceiros.

No lado inverso, quanto maior o ciclo financeiro, maior será a necessidade de capital de giro para financiar suas operações.

 

3º - Necessidade de Capital de Giro

 

Falar sobre Necessidade de Capital de Giro não é difícil.

Difícil é calcular de forma precisa - se não tivermos todas as informações da empresa organizadas - sendo dado pela fórmula:

NDG = PMR - PMP

 

Como falei mais acima, a empresa DEVE ter sempre capital para que possa manter a sua operação ativa.

E é normal não termos essa ciência no começo da empresa.

Porém, com o passar do tempo, compreendemos que é nada escalável dependermos de capital de empréstimos, financiamentos, do dinheiro emprestado da sua mãe, do seu irmão ou do seu amigo.

Precisamos ter uma gestão que garanta as engrenagens funcionando.

Um dos índices essenciais pra isso acontecer - além dos apresentados acima - é a Necessidade de Capital de Giro.

Ela nos fornece uma compreensão ainda maior se eu estou fomentando a prosperidade ou não da empresa pelo simples fato de que, por mais que eu tenha uma empresa lucrativa, rentável e com boas margens de lucro, ela não necessariamente será saudável.

É o mesmo que dizer que quem pratica atividade física é saudável e não terá colesterol alto. As chances são menores, de fato, mas não implica diretamente nisso.

E é por isso que é importante nos atentarmos para 2 situações:

 

NCG positivo: a empresa possui o capital necessário para financiar a própria operação, significando que ela recebe dos seus clientes anteriores ao prazo para pagar os seus fornecedores!

E isso é ótimo! A cadeia produtiva da empresa ocorre praticamente sozinha.

 

NCG negativo: não há capital disponível para que a operação aconteça. Isso significa que você tem de pagar os seus fornecedores e parceiros antes mesmo de receber.

Ou seja, esses prazos acordados são um risco para a saúde da companhia. E devemos prestar bastante atenção para que não seja necessário buscar esse capital externo e cair em um ciclo vicioso de empréstimos e financiamentos.

 

Conclusão

Compreendendo a lucratividade, sabemos melhor o nosso posicionamento no mercado e se estamos sendo ou não eficientes.

E ao olhar para os dois grandes ciclos presente dentro da sua empresa, você pode visualizar como a operação está tão ligado ao seu sucesso ou insucesso.

Não falando apenas de lucro e rentabilidade, mas principalmente de possuir recursos disponíveis para investimentos estratégicos, para emergências e até mesmo para dar continuidade à operação.

 

E o mais importante disso tudo é saber que VOCÊ PODE PEDIR AJUDA, tanto na compreensão dos termos, como na análise dos seus resultados e em como tomar o caminho certo: sempre que precisar, fale com seu contador.

Todos os índices e MUITOS outros podem ser calculados por meio dos demonstrativos financeiros, que são realizados pelos dados encaminhados ao profissional contábil.  

 

Você JAMAIS estará só, basta saber com quem pode contar!

 

Este post foi escrito por Gabriel Gandra da nossa parceira Nucont.com

ficar rico empreendendo

É possível ficar rico empreendendo? Como? Quais os caminhos para isso acontecer?

Na maioria das vezes a primeira coisa que vem na cabeça de quem monta, ou está montando uma empresa, é o desejo de ficar rico.

Mas, será que existem caminhos mais seguros que outros nesta caminhada para ficar rico?

Qual o melhor caminho (ou caminhos!) para seguir e garantir uma independência financeira?

Neste nosso post, falaremos de como ficar rico empreendendo - e se isso lhe interessa, continue lendo! 😉

Obs.: se você preferir vídeo, ao final da página tem este conteúdo em vídeo, ok?

Ficar rico a Longo Prazo x Ficar rico a Curto Prazo

Você quer ficar rico empreendendo o mais cedo possível ou você não tem pressa e quer ficar rico a longo prazo?

...

Eu sei que você quer ficar rico a curto prazo.

Masssss, infelizmente o caminho mais garantido para isso é a longo prazo.

Aqui é preciso deixar claro que “ficar rico” é algo muito pessoal. Cada um tem um conceito sobre ter muito dinheiro e na maioria das vezes ficar rico é parar de trabalhar e manter um nível de vida adequado.

E esse nível adequado, também varia de pessoa para pessoa.

Vou explicar abaixo como ficar rico a longo e a curto prazo. Alguns caminhos têm uma chance maior de acontecer, enquanto outros são mais difíceis.

 

Como ficar rico empreendendo – Longo Prazo

Vamos deixar bem claro que todo empresário precisa estipular mensalmente o seu pró-labore ou o seu salário, e esta não é uma regra muito bem acatada entre muitos empreendedores.

Ao definir o seu salário como sócio do negócio, você irá pegar uma parcela desse dinheiro e investir. Sim, é isso mesmo, você precisa investir uma parte do seu salário fora da sua empresa.

Esses investimentos podem ser em ações, CDBs ou até mesmo tesouro direto.

Logicamente que você investindo vai recebendo os juros das aplicações e aí começa o que chamamos de bola de neve (juros sobre os juros) e evidentemente que seu patrimônio vai aumentando e você vai reinvestindo essa grana.

Esta deveria ser uma rotina de todas as pessoas e não apenas dos empreendedores. Todos deveriam pegar uma porcentagem do seu salário e aplicar e ver a mágica dos juros compostos acontecer ao longo do tempo.

 

Este é o caminho a longo prazo para quem deseja ficar rico. É mais demorado, mas é mais fácil, porque existe uma segurança na ação. Aqui o tempo está ao seu favor.

 

Como ficar rico empreendendo – Curto Prazo

Mas, você pode estar batendo o pé e dizendo: eu quero ficar rico amanhã! É possível ficar rico a curto prazo?

Vamos imaginar que você já possui uma empresa consolidada, com nome no mercado em que atua, já tem muitos clientes, vende bem e de repente alguém se interessa em comprar a sua empresa total, ou uma parte dela.

Opa, existe uma possibilidade de uma entrada alta de dinheiro!

Isso é comum principalmente com as startups.

Cria-se um negócio com grande potencial, com uma grande escala e, de repente, alguém se interessa por comprar a empresa.

Não é simples e não é fácil de acontecer. Mas é possível.

 

Ficar rico mais rápido sem vender a empresa

Outra forma de ficar rico empreendendo é ter um negócio lucrativo.

Os lucros da sua empresa – uma parte deles – pode ser destinado para você e seu sócio. Como se fosse um salário extra mesmo.

Assim, ao ter um negócio que gera muito lucro, você como sócio terá uma renda maior.

O que você faz com esta renda extra? Investe!!

Assim, além de investir uma parte do seu salário fixo, você poderá investir uma grande parte da distribuição de lucros.

Isso irá tornar o processo de enriquecimento muito mais rápido!

Aqui na 4blue, na média temos distribuído cerca de 30% dos lucros para os sócios.

 

Um outro caminho ficar rico empreendendo

Uma outra opção para ficar rico empreendendo, e que geralmente dá certo a longo prazo, é você ter uma empresa que funcione sem você.

O que é uma empresa que funcione sem você? É uma empresa autogerenciável. Ela tem uma estrutura de negócios, de processos, de equipe, de cultura que a faz funcionar sem que você precise dedicar o seu tempo para ela.

Criar uma “empresa autogerenciável” também é complexo, mas plenamente possível.

 

Resumindo: para ficar rico empreendendo você pode investir parte do seu salário (longo prazo); pode ainda vender a sua empresa ou parte dela (logo a curto prazo); pode [e deve] criar uma empresa altamente lucrativa e investir uma grande parte do lucro que foi distribuído aos sócios (curto-médio prazo); e por último pode apostar em uma empresa autogerenciável (longo prazo).

 

Nossa recomendação é que você busque alta lucratividade dentro do seu negócio, estipule um valor extra para você e seus sócios e invista a longo prazo.

Sempre – sempre – sempre invista uma parte dos seus rendimentos. Riqueza será apenas uma questão de tempo.

Se você gostou do nosso post, leia também: tudo o que o empresário precisa saber sobre lucro.

Renan Kaminski (jogando o jogo do Lucro)

 

Conteúdo em vídeo:

Distribuição de Lucros: quanto eu posso sacar do lucro do negócio?!

Essa é uma das perguntas mais comuns entre os empresários. Não vamos enrolar, a resposta é: depende.

E não depende de somente um fator. São alguns detalhes que devem ser analisados para aí você saber o quanto do lucro você pode retirar.

Nesse post, vamos falar quais são os fatores, como analisar cada um e aí saber com segurança o quanto do lucro do negócio você pode retirar. Continue lendo!

 

Definindo o seu pró-labore

O primeiro passo para a saúde e segurança financeira da sua empresa é você definir um pró-labore.

O pró-labore nada mais é do que um salário mensal para você.

Sim, assim como qualquer funcionário você precisa estipular um valor para ser recolhido mensalmente para suas despesas pessoais.

Desta forma, você está separando o seu dinheiro do dinheiro da empresa e não compromete a saúde financeira nem sua, nem do seu negócio. Simples, não é mesmo?

Estipulando o pró-labore certamente ficará mais fácil para você administrar sua conta pessoal, e contabilizar a conta da empresa.

 

Se você ainda mistura seu dinheiro pessoal com o dinheiro da empresa você está cometendo um erro muito grave!!!

 

Quanto posso distribuir de lucros?

Vamos imaginar, então, que você separou um valor para retirar mensalmente e que no balanço de final de ano, concluiu que a sua empresa lucrou o esperado.

Para saber quanto você pode retirar do lucro da empresa, você precisa estar ciente do nível de situação em que sua empresa se encontra.

São três os níveis em que uma empresa pode se apresentar:

 

Distribuição de lucros: 1º nível -> zero [ou quase zero] lucro

Se você está iniciando ou se a sua empresa ainda não está gerando lucro suficiente para retiradas extras o ideal é que você não faça retiradas do lucro.

Se fizer que seja uma quantia mínima possível para não prejudicar o caixa no futuro.

Toda vez que você faz uma distribuição de lucros você diminui a disponibilidade de dinheiro da empresa. Logo, se você praticamente não teve lucro algum, não é nada sensato fazer qualquer retirada adicional..

 

Distribuição de lucros: 2º nível -> lucro razoável

Geralmente as empresas quando chegam no segundo nível estão mais organizadas e já conseguem ter reservas para cumprir com seus compromissos financeiros com mais folga.

Nesse nível recomenda-se tirar até 30% do lucro para você e seus sócios quando for o caso.

É importante lembrar da importância de deixar para a empresa a maior parte dos lucros, compondo desta forma uma reserva maior, o que vai permitir novos investimentos no futuro e te dar mais segurança.

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Distribuição de lucros: 3º nível -> bom lucro e boas reservas financeiras

Depois de passar pelo nível 2, onde você deixou uma boa parte dos lucros para investimentos, ao chegar no nível 3 as empresas costumam ter um capital de reserva.

Neste nível você tem vários meses (mais de 6) de reserva financeira. Ou seja, se – bate na madeira – a sua empresa não faturar mais nada, você consegue pagar 6 meses ou mais de gastos fixos sem entrar no cheque especial ou necessitar de empréstimos.

Neste caso, já se pode desfrutar de uma quantidade maior dos lucros do seu negócio e retirar até 80% dele para você e seus sócios, se a empresa tiver uma boa reserva financeira e se não houver grandes planos de investimento num curto prazo.

[nós temos um post super completo sobre lucro que recomendo muito a leitura. Confere aqui]

De novo: nunca pense em retirar todo o lucro.

Sempre deixe um valor para que sua empresa aumente seu capital de reserva, que possa cumprir com seus compromissos financeiros de forma segura em qualquer imprevisto e para que possa reinvestir quando surgir a oportunidade.

 

Como fazemos a distribuição de lucros na 4blue?

Aqui na 4blue distribuímos os lucros uma vez por ano, sempre em janeiro.

Basicamente fechamos o ano anterior e a partir daí fazemos a definição da distribuição de lucros.

Não temos uma regra definida, mas com estamos sempre buscando crescer mais, sempre há a necessidade de novos investimentos, logo nossa distribuição de lucros fica na casa do “2º nível” que mostrei acima.

A distribuição de lucros é um dos fatores principais que faz uma empresário se tornar verdadeiramente rico. Saiba mais sobre isso aqui.

 

Resumindo: separando o dinheiro pessoal do da empresa e retirando os lucros de forma correta, usando de bom senso, fique seguro que seu negócio vai dar certo!

 

Se você gostou no nosso post, leia também: como calcular o lucro do seu negócio.

Renan Kaminski (distribuindo os lucros com bom senso)

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Se você começar a estudar um pouco sobre empreendedorismo e finanças vai cair nestes dois termos: lucratividade e rentabilidade.

Os dois estão relacionados e isso pode gerar certa confusão, mas seu conceito é completamente diferente.

Neste post vamos entender a diferença entre lucratividade e rentabilidade, como calculá-los e o que fazer com esses números para melhorar seu negócio.

Bora?

Qual a diferença entre Lucratividade e Rentabilidade

Lucratividade é a relação do Lucro do seu negócio e sua Receita (faturamento). De forma simples: de tudo que você faturou, quantos % sobraram como lucro?

Rentabilidade é a relação do Lucro da empresa e o Investimento realizado – geralmente para iniciar o negócio.

Desta forma, a Lucratividade refere-se a quanto a empresa lucrou num determinado período (num mês, semestre, ano, etc.).

E a Rentabilidade refere-se ao quanto a empresa recuperou dos seus investimentos num determinado período.

Vamos ver na prática como calcular estes dois indicadores.

 

Lucratividade: como calcular

Os indicadores de lucratividade e rentabilidade são calculados por meio de fórmulas matemáticas.

Mas não se assuste, é bem simples de calcular.

Fórmula da Lucratividade:

Lucratividade = (Lucro / Receita Total) x 100

(lucratividade é igual ao lucro divididos pela receita total vezes 100)

Vamos colocar num exemplo pra ficar mais claro.

 

Imagine um comércio de móveis.

No primeiro trimestre do ano este comércio teve um faturamento bruto de R$ 100.000,00 (média de pouco mais de 30k por mês).

Após pagar...

...todos os custos variáveis (impostos, fornecedores, comissões, taxas de cartão, etc.),

...todas as despesas fixas (despesas administrativas, salários, pro-labore dos sócios, serviços de terceiros, etc.) e

...ainda pagar investimentos em marketing, treinamento e estrutura.

Este comércio obteve um lucro de R$ 12.000 neste trimestre.

Ou seja, faturou 100k e lucrou 12k.

Assim, a Lucratividade vai indicar quantos % este lucro representa em relação a receita.  Veja na fórmula:

Lucratividade = (Lucro / Receita Total) x 100

Lucratividade = (12.000 / 100.000) x 100

Lucratividade = 12%

 

A lucratividade deste comércio foi de 12%. Em outras palavras, a cada 1.000 (mil) reais de vendas, a empresa fez sobrar (lucrar) 120 reais.

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Rentabilidade: como calcular

Da mesma forma que a Lucratividade, a Rentabilidade é calculada por uma fórmula.

Fórmula da rentabilidade:

Rentabilidade = (Lucro / Investimento) x 100

(Rentabilidade é igual ao lucro divididos pelo investimento vezes 100)

 

Vamos manter o exemplo do comércio de móveis para colocar num exemplo.

Falei que este comércio no primeiro trimestre faturou 100 mil e lucrou 12 mil, certo?

Digamos que, no ano inteiro este comércio teve um faturamento de R$ 400.000 (quatrocentos mil reais) e um lucro de R$ 48.000 (quarenta e oito mil reais). A lucratividade dele foi os mesmos 12%, certo?

Para o cálculo da rentabilidade nós precisamos saber o investimento inicial para abrir o negócio.

Digamos que o Seu Joaquim (dono do comércio, rs) investiu R$ 120.000 (cento e vinte mil reais) para começar a empresa.

Assim, para calcular a rentabilidade basta colocar na fórmula:

Rentabilidade = (Lucro / Investimento) x 100

Rentabilidade = (48.000 / 120.000) x 100

Rentabilidade = 40%

Com estes números descobrimos que este comércio tem uma rentabilidade de 40%.

O que isso quer dizer? Que naquele ano a empresa recuperou 40% do seu investimento feito inicialmente.

Se fosse um negócio em início de operação e que conseguisse replicar esses números todos os anos, demoraria cerca de 2,5 anos para recuperar o investimento total. Para achar este número basta fazer a conta inversa, dividindo o investimento (120 mil) pelo lucro anual (48 mil).

lucratividade e rentabilidade - fórmulas

 

Lucratividade e Rentabilidade: como analisar?

“Ok Renan, entendi os conceitos e como calcular, mas e daí? Na prática o que isso quer dizer para meu negócio?”

Ótima pergunta! É fácil entender estes conceitos, mas pouca gente mostra o que fazer com eles na prática.

Vou listar abaixo algumas sugestões de análise a partir da lucratividade e rentabilidade do seu negócio.

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# Lucratividade dentro da média do setor?

Uma primeira análise é entender se a lucratividade da sua empresa está dentro da média esperada.

Em nosso guia sobre lucro nós damos algumas bases do que esperar de lucro para cada tipo de negócio.

 

# Rentabilidade: prazo de retorno dentro do aceitável?

Antes de iniciar o negócio, a partir de suas projeções financeiras, você pode ter uma estimativa de sua rentabilidade.

Se você procurar por modelos de franquia para comprar, será comum encontrar o “prazo de retorno”. Este prazo geralmente gira entre 2 e 4 anos para a maioria dos negócios de franquia.

Assim, se pelas suas projeções, o seu negócio vai ter um retorno a partir do 6º ano, por exemplo, pode ser o momento de repensar a forma com que está criando o negócio. Afinal, se existem opções que retornam o dinheiro em 2 anos, por que você vai investir em algo que vai demorar 6 para lhe dar seu dinheiro de volta?

 

# Rentabilidade: é melhor aplicar o dinheiro?

Ligado à análise acima, você pode comparar a rentabilidade do seu negócio com a de um investimento financeiro. Se sua empresa promete uma rentabilidade de 10% ao ano, então talvez seja melhor você aplicar o dinheiro num Tesouro Direto ou CDB e não correr os riscos da sua empresa própria.

Já se você prevê uma rentabilidade de 40% ao ano, aí vai ser difícil você conseguir uma aplicação financeira tão boa assim.

 

#Lucratividade: onde estão as falhas do meu negócio?

A Lucratividade normalmente está relacionada ao Lucro Líquido do negócio. Porém, dentro de uma estrutura mais completa de análise, você conseguirá definir outros indicadores de lucro, tais como a Margem de Contribuição, Lucro Operacional Antes dos Investimentos e Lucro Operacional.

A partir desta análise você conseguirá enxergar com mais clareza onde estão os pontos de melhoria do seu negócio. Recomendo fortemente ler nosso post sobre como calcular o lucro do seu negócio.

 

 

Rentabilidade de investimentos financeiros

O termo Rentabilidade é muito usado nos investimentos financeiros.

Quando você vai aplicar seu dinheiro no CDB, por exemplo, possivelmente você será informado que a rentabilidade dos últimos 12 meses foi de X%.

O conceito aqui é o mesmo. O quanto você lucrou em relação àquilo que você investiu.

Se você aplicou 1.000 reais e depois de 12 meses tinha 1.100 na conta, significa que sua rentabilidade anual foi de 10% (100 de lucro em relação aos 1.000 investidos)

A diferença é que numa aplicação financeira esta rentabilidade é mais óbvia. Você coloca um dinheiro e ele rende.

No seu negócio você tem inúmeras receitas e despesas, portanto você precisa apurar o lucro da empresa para aí sim calcular sua rentabilidade.

 

Rentabilidade de um Investimento

Acima expliquei a rentabilidade do negócio como um todo, ou seja, o quanto você está recuperando do valor investido para iniciar sua empresa.

Mas a mesma lógica pode ser aplicada para investimentos específicos na empresa.

Este número também é conhecido como ROI (em inglês Return on Investment), ou Retorno do Investimento.

Imagine que você vai fazer uma ação de marketing e pretende investir 10 mil reais.

Sua meta é transformar estes 10 mil numa venda bruta de 40 mil reais.

Desta forma podemos calcular o ROI bruto desta operação:

ROI = (Receita / Investimento -1) x 100

(Retorno do Investimento é igual a receita dividida pelos investimentos menos 1 vezes 100)

Assim, o cálculo no exemplo fica (vou quebrar em duas partes para não haver dúvidas):

ROI = (40.000 / 10.000 -1) x 100

ROI = (4 – 1) x 100

ROI = 300%

Neste exemplo, o retorno do investimento feito é de 300%.

 

Porém, aqui estamos calculando um ROI bruto, ou seja, a partir das vendas brutas.

Para aprofundar este cálculo, você pode entender a rentabilidade do investimento.

O cálculo da Rentabilidade é o lucro dividido pelo investimento, certo?

Ao calcular a rentabilidade de um investimento específico, você terá de achar o lucro do produto/serviço e dividir pelo respectivo investimento.

Este lucro do produto/serviço é a Margem de Contribuição. Recomendo a leitura deste artigo aqui para se aprofundar mais na questão.

 

Colocando em termos práticos...

Digamos que a Margem daquela venda de 40 mil reais seja de R$ 20 mil. Ou seja, metade da venda são custos do próprio produto (impostos, fornecedores, taxas de pagamento, comissão, etc.)

Assim, podemos calcular Rentabilidade desse Investimento com mais precisão:

Rentabilidade do Investimento = (Lucro da venda / Investimento -1) x 100

Rentabilidade = (20.000 / 10.000 -1) x 100

Rentabilidade = (2-1) x 100

Rentabilidade = 100%

 

Neste cenário temos um cálculo mais profundo. O investimento de 10 mil reais, nos deu um retorno real de 100%, já depois de tirados os custos da própria venda.

Aqui vemos a diferença entre o cálculo do ROI bruto (300%) e a Rentabilidade real da operação (100%). É preciso ficar atento a esses números para não tomar decisões equivocadas em seu negócio.

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Como aumentar a Lucratividade e Rentabilidade do negócio?

A Lucratividade e Rentabilidade são indicadores de resultado do seu negócio, logo, a intenção é tornar esses números melhores.

Quanto maior a lucratividade e maior a rentabilidade, melhor.

 

Como aumentar a Rentabilidade?

A rentabilidade é afetada por dois números: o lucro e o investimento.

Logo, para aumentar a rentabilidade você precisa aumentar o lucro e diminuir o investimento.

Para aumentar o lucro vou comentar no tópico a seguir.

Já na parte dos investimentos, a lógica é: quanto menor o investimento – em tese – mais fácil será de recuperá-lo.

Exemplo simples: quando eu e o Aleks, meu sócio, abrimos a 4blue lá em 2009, nós investimos 50 reais para começar o negócio. Foram 50 pila para imprimir cartão de visitas para os dois.

Ou seja, o investimento financeiro foi muito [muito] pequeno. Logo, foi muito fácil recuperar esse investimento.

Já um negócio que necessite de um investimento inicial de 1 milhão de reais, terá de gerar uma lucratividade muito maior para se pagar.

Mas aqui vale uma atenção: TEORICAMENTE um negócio com maior investimento inicial terá mais capacidade de gerar lucro. Teoricamente.

 

Como aumentar a Lucratividade?

Aqui o papo já fica mais complexo.

Existem 4 grandes fatores que influenciam na lucratividade do negócio:

>> Aumentar as vendas

>> Aumentar os preços

>> Diminuir custos variáveis

>> Diminuir despesas fixas

Trabalhar de forma eficaz nestes 4 pontos tem o real poder de turbinar os seus lucros. (nós temos uma ferramenta em Excel que te ajuda a analisar estes números. Dá uma olhada aqui)

 

Aqui vai uma dica de ouro: aumentar os preços, na maioria dos casos, é o fator que mais tem poder de alavancar os seus lucros.

Enquanto a maioria dos empresários ficam batalhando apenas para aumentar as vendas, em geral é um aumento de preço que tem o real poder de alavancar a lucratividade.

“Ah, mas se eu aumento meus preços, ninguém vai comprar de mim”

Este é um argumento válido, admito. Mas o ponto é: existe alguém no seu mercado que pratica preços superiores aos seus? Se sim, então provavelmente é possível aumentar os preços.

Este é um assunto mais complexo que não vou me estender aqui. Por hora entenda os 4 fatores que aumentam sua lucratividade e entenda que geralmente o aumento de preços é o que mais tem poder de aumentar os lucros.

--

Ufa!

Espero que tenha ficado mais claro as diferenças entre lucratividade e rentabilidade dentro do seu negócio.

São dois números que andam sem paralelo e que vão indicar se sua empresa está sendo bem sucedida ou não.

Cabe agora à você ter o pleno controle dos seus números 😉

E se quiser ir além, faz nosso curso grátis de finanças agora mesmo! \O/

 

Grande abraço e até a próxima!

Renan Kaminski, sócio da 4blue

 

 

Neste post vamos explicar de forma completa uma dúvida comum na cabeça dos empresários: como calcular o lucro do meu negócio?

Apesar do conceito ser simples, o cálculo pode esconder algumas armadilhas.

Não é raro encontrarmos empresários calculando de forma errada e obtendo prejuízos no negócio sem perceber.

 

De forma simples, o lucro é a diferença entre todas as receitas (de um negócio ou de um projeto) e todos os gastos envolvidos para esta operação funcionar.

Porém o cálculo do lucro pode ir além desta simplicidade...

Há outros indicadores de lucratividade que são importantes de se conhecer.

> O Lucro do produto/serviço (margem de contribuição)

> O Lucro Operacional Antes dos Investimentos

> O Lucro Operacional

> E o Lucro Líquido

 

Vamos começar pelo cálculo mais comum, o do Lucro Líquido.

 

Como calcular o Lucro Líquido

O Lucro Líquido é a diferença entre todas as receitas e todos os gastos da empresa.

De forma simplificada, calcula-se assim:

+ Receitas

– Custos Tributários

– Custos Fornecedores / Mercadorias

– Taxas de pagamento (ex.: cartão crédito)

– Despesas Administrativas

– Despesas com pessoal

– Outras despesas fixas

– Investimentos (marketing, infraestrutura, consultorias, etc.)

– Empréstimos e juros

= Lucro Líquido

 

Ou seja, o resultado líquido é a diferença entre tudo o que entrou e tudo o que saiu no período.

Porém, como falei acima, existem outras margens de lucro que você deve entender sobre o seu negócio.

Estes outros indicadores vão lhe mostrar de forma mais clara a realidade do seu negócio.

Vamos entender...

 

Como calcular o lucro no Fluxo de Caixa

Ao longo dos anos a 4blue desenvolveu um método de análise de Fluxo de Caixa mais completo e eficaz do que normalmente se ensina – em nossa opinião, pelo menos =P

Este método de análise de Fluxo de Caixa está descrito neste guia definitivo aqui. Se quiser se aprofundar, recomendo a leitura.

De qualquer forma, vamos entender a base da análise do lucro por meio do relatório de Fluxo de Caixa (FC).

 

Um relatório perfeito de FC irá ter a seguinte configuração:

+ Receita

– Custos Variáveis

= Margem de Contribuição

– Despesas Fixas

= Lucro Operacional Antes dos Investimentos

– Investimentos

= Lucro Operacional

+ou- Movimentações Não Operacionais

= Resultado Líquido

(Receita menos custos variáveis = Margem de Contribuição. Margem de Contribuição menos despesas fixas = Lucro Operacional Antes dos Investimentos (LOAI). LOAI menos investimentos = Lucro Operacinal. Lucro Operacional mais / menos movimentações não operacionais = Resultado Líquido)

 

Nesta análise nós temos 4 contas de resultado, ou seja, 4 margens de lucro:

Veja na tabela resumida abaixo como ficaria essa estrutura de Fluxo de Caixa na prática:

como calcular o lucro no fluxo de caixa

Para entender mais a fundo a leitura, acesse nosso artigo sobre Fluxo de Caixa aqui.

 

Observe que o Lucro Líquido (resultado líquido) que expliquei acima é a última linha do relatório.

Vamos entender os outros indicadores de lucro.

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Margem de Contribuição (lucro do produto / serviço)

Este é um dos conceitos mais importantes da gestão financeira empresarial.

A Margem de Contribuição é o valor que sobra das vendas para pagar as despesas fixas e investimentos. Ou seja, a Margem de Contribuição são as Receitas menos os Custos Variáveis.

Na contabilidade também pode ser conhecido como Lucro Bruto.

Então, na prática a MC vai dizer o quanto você está ganhando em cada produto ou serviço vendido.

Quando você vende um produto de 100 reais, por exemplo, você pensa que tem cemzão na mão. Mas se deste valor, os custos variáveis (diretamente atrelados ao produto) forem de 60 reais, significa que na prática você tem 40 reais na mão (100 da venda menos 60 dos custos variáveis).

Esses 40 que sobraram terão que te ajudar a pagar as demais contas fixas e investimentos.

O exemplo real abaixo, de uma lanchonete, ilustra muito bem esta situação:

como calcular o lucro margem de contribuição

Dos mais de 300 mil reais que entraram na conta, sobrou 61 mil para pagar as despesas fixas.

Assim, para responder “como calcular o lucro” do seu negócio, você precisa conhecer a sua Margem de Contribuição.

Este é o primeiro indicador de eficiência das suas finanças.

Mas não é o único...

(para se aprofundar mais em todos esses conceitos, recomendo que leia também nosso artigo "Lucro. Tudo que um empresário precisa saber")

Como calcular o Lucro Operacional Antes dos Investimentos

O segundo indicador de lucro que você deve estar presente é o LOAI – Lucro Operacional Antes dos Investimentos.

Ele vai lhe dizer o quanto sua empresa lucrou na operação essencial do seu negócio . Ou seja, ele vai dizer se sua empresa é boa ou não.

O cálculo é simples:

LOAI = Margem de Contribuição – Despesas Fixas

Ou de outra forma, para não haver dúvidas:

LOAI = Receitas – Custos Variáveis – Despesas Fixas

 

O Lucro Operacional Antes dos Investimentos é o arroz com feijão do seu negócio. Se consistentemente este número estiver negativo, talvez seja hora de repensar e fechar o seu negócio.

 

Como calcular o Lucro Operacional

Se o LOAI é “antes dos investimentos”, significa que há um “investimentos”.

Os investimentos são gastos nos quais você pretende ter um retorno a curto, médio ou longo prazo.

Assim, a margem de Lucro Operacional é calculada da seguinte forma:

Lucro Operacional = Lucro Operacional Antes dos Investimentos – Investimentos

Ou então, de forma mais completa, para não haver dúvidas:

Lucro Operacional = Receitas – Custos Variáveis – Despesas fixas – Investimentos

 

Lembre como fica dentro do relatório de Fluxo de Caixa:

como calcular o lucro operacional no fluxo de caixa

O Lucro Operacional vai dizer se a operação do seu negócio é rentável ou não.

 

Ou seja, aqui você já recebeu seu dinheiro dos clientes, já pagou todos os custos variáveis, todas as despesas fixas e todos os investimentos. O que sobrar é o seu Lucro Operacional.

 

Voltando ao Lucro Líquido

No início deste post eu mostrei que havia 4 indicadores de lucro que você precisa acompanhar:

 

O último deles é o Lucro Líquido ou Resultado Líquido.

Aqui a fórmula é mais simples: tudo que entrou menos tudo que saiu.

Em nossa estrutura de Fluxo de Caixa você poderá perceber que há um “Movimentações Não Operacionais” na conta

Confira novamente lá em baixo:

como calcular o lucro líquido

As Movimentações Não Operacionais podem ser entradas ou saídas que não fazem parte da operação da empresa. Ou seja, é uma grana que entrou ou que saiu, mas que não tem relação com o cerne do negócio.

Ex.: entradas com captação de empréstimo ou venda de equipamentos usados. Ou então saídas com o pagamento de empréstimos e de juros bancários.

 

Portanto, o Lucro Líquido é calculado da seguinte forma:

Lucro Líquido = Lucro Operacional + Entradas Não Operacionais – Saídas Não Operacionais

Ou então, de forma mais completa para não haver dúvidas:

Lucro Líquido = Receitas – Custos Variáveis – Despesas fixas – Investimentos + Entradas Não Operacionais – Saídas Não Operacionais

 

Como falei, é a diferença entre tudo que entrou e tudo que saiu.

 

E então, como calcular o lucro?

Como eu falei no início, o conceito de lucro é simples, mas o seu cálculo pode esconder algumas armadilhas.

Aqui você viu que o cálculo do lucro pode ir muito além da diferença de entradas e saídas.

Ao “quebrar” a estrutura de análise em mais partes, você vai ter uma visão melhor do seu negócio.

E no fim das contas, este é o grande ponto da gestão financeira: enxergar com clareza os números para tomar melhores decisões e, consequentemente, ter mais lucro.

Por fim, ainda faltou um último conceito:

 

Como calcular o lucro em porcentagem

Para calcular o lucro em porcentagem basta pegar o lucro e dividir pela receita. Após isso, multiplique por 100 e achará o lucro percentual.

Exemplo: uma empresa que teve uma receita (faturamento) de 50.000 e um lucro líquido de 10.000. Para achar o lucro em porcentagem basta dividir 10.000 (lucro) por 50.000 (receita). O resultado será 0,20. Então, multiplique este valor por 100 e achará o resultado final: 20% de lucro.

Isso significa que de todo o faturamento (50 mil) a empresa teve 20% de lucro (10 mil).

 

Para não haver dúvidas, a fórmula do lucro em porcentagem é:

Lucro % = (Lucro / Receita) x 100

[lucro divididos pela receita e depois multiplicado por 100]

 

Achar a margem de lucro percentual do negócio irá lhe ajudar a ver os números de forma mais simples e clara.

Uma empresa que tenha um lucro anual de 1 milhão de reais pode parecer um bom negócio. Mas se você entender que o faturamento dela foi de 100 milhões, irá perceber que ela teve um lucro percentual de apenas 1%. Ou seja, o que poderia parecer um ótimo negócio, talvez esteja a apenas um erro de se tornar um negócio com prejuízo.

 

Se você quer calcular o seu lucro com precisão e ter melhor clareza dos seus números, recomendo fortemente que você faça o curso grátis de gestão financeira da 4blue.

 

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Grande abraço!

Renan Kaminski | sócio da 4blue

curso grátis2: como calcular o lucro

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Se você tem um negócio (ou vai montar um), existe um grande objetivo financeiro: gerar lucro.

Cada empresa tem seu propósito, sua missão e sua contribuição para a sociedade. Mas quando se fala dos aspectos financeiros, não há outro indicador mais importante. Ou você gera lucro ou sua empresa não vai dar certo.

Portanto, neste artigo a equipe da 4blue vai dissecar a temática lucro para pequenas empresas.

lucro

Aqui vale um alerta: este post não tem fins acadêmicos, mas sim fins práticos. Ou seja, não estamos escrevendo para quem quer fazer uma prova, mas sim para empreendedores que estão no campo de batalha e precisam de informações práticas e sem academicismos. Ok? 😉

 

O que é lucro?

De forma simples, o lucro é a diferença entre todas as receitas (de um negócio ou de um projeto) e todos os gastos envolvidos para esta operação funcionar.

Assim, o lucro é a métrica financeiro do sucesso da sua empresa.

O lucro da empresa serve para:

> Criar reservas financeiras e dar mais segurança para o negócio

> Permitir novos investimentos para que a empresa continue crescendo

> Remunerar melhor os sócios

> Remunerar melhor os colaboradores através da divisão de lucros, como uma forma de bonificação

 

Na prática este é o indicador financeiro mais importante do seu negócio.

Se você não acompanha o lucro do seu negócio de perto, você está cometendo um erro grave em sua empresa!

Abaixo mostraremos como calcula-lo, qual a lucratividade ideal, erros que os empresários cometem e outra cositas más 😉

Como calcular o lucro do seu negócio

Apesar do conceito ser simples, o cálculo pode esconder algumas armadilhas.

Não é raro encontrarmos empresários calculando de forma errada e obtendo prejuízos no negócio sem perceber.

Quando falamos de “lucro”, o que vem a cabeça é a diferença entre todas as receitas e todos os gastos. Este é o lucro líquido.

Mas há outros indicadores que são importantes de se conhecer.

> O Lucro do produto/serviço (margem de contribuição)

> O Lucro Operacional Antes dos Investimentos

> O Lucro Operacional

> E o Lucro Líquido

 

Nós escrevemos um artigo mais completo sobre como calcular o lucro. Neste artigo detalharemos melhor todos esses itens. Confere aqui.

 

Por aqui vamos trabalhar  mais o conceito de Lucro Líquido. O LL é a diferença entre todas as receitas e todos os gastos da empresa.

De forma simplificada, calcula-se assim:

+ Receitas

- Custos Tributários

- Custos Fornecedores / Mercadorias

- Taxas de pagamento (ex.: cartão crédito)

- Despesas Administrativas

- Despesas com pessoal

- Outras despesas fixas

- Investimentos (marketing, infraestrutura, consultorias, etc.)

- Empréstimos e juros

= Resultado Líquido

 

Observe que calcular o lucro do negócio é uma conta simples, mas ao mesmo tempo que envolve diversos números.

Por isso ter um bom controle financeiro atualizado é essencial para o negócio.

 

Basta esquecer um numerozinho e sua análise já estará errada!!

Lucratividade: o que é e como calcular

A Lucratividade do negócio é a proporção do Lucro em relação a Receita da empresa. Ou seja, de todo o faturamento, quantos % sobrou como lucro.

O cálculo é simples:

Lucratividade = Lucro Líquido / Receita

(lucro líquido divididos pelo receita)

Este indicador ajuda a entender como está o seu negócio em termos comparativos, tanto com a sua própria empresa, quanto em relação a outros negócios.

Explico:

Você pode fazer uma análise de que o lucro líquido do ano passado foi de R$ 50.000, enquanto o resultado deste ano fechou em R$ 80.000.

Isso significa que um aumento de 60% de um ano para o outro (fórmula: 80.000 / 50.000 -1).

Mas e a lucratividade?

Imagine que no ano passado a empresa faturou 300.000, enquanto neste ano o faturamento foi de 800.000.

Isso significa que a lucratividade do ano 01 foi de 16% (50 mil de lucro divididos por 300 mil de faturamento); enquanto a lucratividade do ano 02 foi de 10% (80 mil divididos por 800 mil de faturamento).

 

Percebeu que apesar de o lucro ter aumentado, a lucratividade diminuiu? Ou seja, a eficiência da empresa piorou.

 

Assim, o indicador da lucratividade ajuda você a comprar a eficiência do seu negócio no momento atual versus um momento passado.

Ao mesmo tempo, você pode analisar seu negócio em relação ao negócio de terceiros. Se sua lucratividade atual é de 10% enquanto a média do seu setor é de 15%, significa que você está sendo menos eficiente que a média.

Explicamos mais sobre lucratividade neste post aqui.

 

Lucratividade e Rentabilidade. Qual a diferença?

Expliquei acima o que é a Lucratividade. Este conceito as vezes é confundido com Rentabilidade.

Lucratividade e Rentabilidade são conceitos que tem relação com o lucro do negócio, mas que na prática são bem diferentes.

A Lucratividade mostra o quanto sua empresa lucrou em relação ao quanto faturou.

A Rentabilidade mostra o quanto sua empresa está recuperando de um investimento feito.

Da mesma forma que a Lucratividade, a Rentabilidade é calculada por uma fórmula.

Fórmula da rentabilidade:

Rentabilidade = (Lucro / Investimento) x 100

(Rentabilidade é igual ao lucro divididos pelo investimento vezes 100)

Imagine que um determinado negócio teve um Lucro de R$ 80.000 no ano. E o Investimento inicial para começar o negócio foi de R$ 200.000.

Com isso você consegue calcular a Rentabilidade:

Rentabilidade = (80.000 / 200.000) x 100

Rentabilidade = 40%

Isso significa que neste determinado ano a empresa recuperou 40% do seu investimento inicial.

Existem algumas análises importantes a se fazer da Lucratividade e Rentabilidade do seu negócio. Recomendo que leia nosso artigo completo sobre o assunto (clica aqui).

 

Lucro na DRE vs Lucro no Fluxo de Caixa

Possivelmente você já ouviu falar nesses dois termos: DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) e Fluxo de Caixa.

DRE e Fluxo de Caixa são relatórios financeiros que ajudam a entender a realidade financeira da empresa. Apesar das semelhanças entre os dois, eles trabalham a partir de princípios diferentes.

A DRE cria-se a partir do Princípio da Competência, enquanto o Fluxo de Caixa a partir do Princípio de Caixa.

Essa diferença tem algumas implicações. Abordaremos elas em breve num artigo.

Na prática a principal diferença está na forma como as vendas e seus respectivos custos são tratados.

Na DRE, as vendas são contabilizadas no ato, independente da forma que você vai receber esse dinheiro.

No fluxo de caixa você contabiliza conforme entra o dinheiro.

 

Ou seja, se você fez uma venda de 1.000 parcelada em 4x, ficaria assim:

DRE: 1.000
Fluxo de Caixa: 250 | 250 | 250 | 250

(Na DRE a venda é contabilizada no mês em que ocorreu. No Fluxo de Caixa você dá a entrada conforme o dinheiro de fato entra na conta.)

 

Por causa dessas (e outras) diferenças o lucro da DRE e o lucro do Fluxo de Caixa tendem a apresentar números diferentes.

Para uma pequena empresa, se tiver que optar pela DRE OU pelo Fluxo de Caixa, escolha sempre o Fluxo de Caixa, pois ele representa a realidade nua e crua do seu dinheiro, ok?

Nós temos um post super completo sobre Fluxo de Caixa. Confere aqui!

Lucro Operacional: o que é e como calcular

Lucro Operacional é o quanto a operação da sua empresa está dando de lucro. Ou seja, considerando todas as entradas e receitas que fazem parte da operação, quanto está sobrando ou faltando.

Para ficar mais claro:

Itens que fazem parte da operação (que influenciam no resultado operacional) são aqueles que estão diretamente ligados ao negócio. Vendas dos produtos/serviços, impostos, custos das mercadorias, comissões, despesas administrativas, despesas com pessoal, investimentos em marketing, estrutura, em consultorias, etc.

Itens que não fazem parte da operação (não operacionais) são entradas com captação de empréstimos, capitalização dos sócios, vendas de equipamentos usados. Já saídas não operacionais são os pagamentos dos empréstimos, juros, assaltos (acontece =\), e a própria distribuição de lucros dos sócios.

Assim, de forma simplificada o Lucro Operacional calcula-se assim:

+ Receitas

- Custos Variáveis

- Despesas Fixas

- Investimentos

= Lucro Operacional

 

Portanto, o Lucro Operacional indica se o seu negócio está sendo viável ou não operacionalmente.

Já o Resultado Líquido (que abordamos lá em cima) vai considerar todas as movimentações, inclusive as entradas e saídas não operacionais.

Um negócio que persiste em ter um Resultado Operacional negativo (prejuízo operacional) está fadado ao fracasso.
Espero que você esteja acompanhando este indicador em seu negócio 😉

Qual a Margem de lucro ideal para seu negócio

Entendido o que é Lucro Operacional, podemos avançar para entender qual seria este número ideal.

Primeiro: não existe um número único e universal. Cada negócio tem suas particularidades, ok?

Aqui conseguimos dar uma noção geral da margem de lucro adequada por tipo de negócio.

 

Margem de Lucro para Serviços

Prestadores de serviços tem margens altas, mas geralmente uma capacidade de venda baixa. Como prestadores de serviços geralmente dependem de horas de trabalho, é um modelo que tende a ter dificuldades maiores para aumentar constantemente suas vendas.

Assim, as margens de lucro operacional idealmente variam entre 20% a 35%.

 

Margem de Lucro para Serviços com Comissão*

Alguns prestadores de serviços pagam comissão para colaboradores/parceiros. Exemplo: dentistas, cabeleireiros, nutricionistas, etc.

Assim, neste modelo de negócios as margens automaticamente são diminuídas (mas a capacidade de venda aumentada).

Então a margem de lucro operacional ideal vai estar muito próxima a de comércios, entre 10% a 20%.

 

Margem de Lucro para Comércio / Produtos

Comércios em geral tendem a ter margens de lucro menores que prestadores de serviços. O comércio tem um custo da mercadoria, enquanto o prestador de serviço muitas vezes tem apenas seu tempo trabalhado.

Em contraposição, comércios tendem a ter uma capacidade de venda maior que a de prestadores de serviços.

Assim, a margem de lucro interessante para comércios varia de 10% a 20%. Em casos de produtos com um bom valor agregado, estas margens podem ser até maiores.

 

Margem de Lucro para Indústria

Indústrias são as que tendem ter as menores margens de lucratividade.

Seguindo a lógica acima, a indústria tem altos custos, mas também tem uma grande capacidade de venda.

Enquanto o serviço tem margens altas e baixa escala, a indústria tem margens pequenas, mas uma alta escala.

Então a margem de lucro ideal para indústrias vai variar entre 5% e 10%.

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Lucro zero: o Ponto de Equilíbrio

Falamos acima da margem ideal de lucratividade por tipo de negócio.

Porém, muitas empresas estão buscando para simplesmente não ter mais prejuízo.

Elas estão buscando atingir o Ponto de Equilíbrio Financeiro. O PE é o mínimo que a empresa precisa faturar para pagar todas as contas e não ter prejuízo.

Em outras palavras: quando a empresa atinge o Ponto de Equilíbrio ela não teve lucro, mas também não teve prejuízo. Ficou no zero a zero.

O PE é uma fórmula calculada assim:

 

PE = Gastos Fixos / % da Margem de Contribuição

(Ponto de Equilíbrio é igual aos Gastos Fixos divididos pelo percentual da Margem de Contribuição)

 

Este cálculo é de extrema importância para todos os negócios e lhe permite ter uma base mínima das metas a serem atingidas.

Neste post aqui nós explicamos detalhadamente como fazer esse cálculo do Ponto de Equilíbrio. Lá você poderá baixar gratuitamente uma planilha em Excel para auxiliar no cálculo.

 

Se sua empresa não está sendo lucrativa, o primeiro passo é chegar no zero a zero. Para tal você precisa ter a clareza desta meta a ser alcançada.

 

Distribuição de Lucros: quanto posso retirar?

A distribuição de lucros é o principal fator que faz um empresário se tornar rico.

Mas quanto devo retirar?

Será que devo retirar?

(neste post falamos sobre distribuição de lucros de forma mais profunda)

Basicamente você tem que avaliar em qual dos 3 níveis sua empresa está:

Nível 1: ou está muito iniciante ou praticamente não tem lucro. Neste caso, o melhor é não retirar nada.

Nível 2: empresa é lucrativa e tem reservas financeiras razoáveis. Aqui a maior parte dos lucros fica com o negócio, mas você já pode fazer uma distribuição entre os sócios. 30% do lucro é um número interessante.

Nível 3: empresa lucrativa e com ótimas reservas financeiras. Caso você não tenha grandes planos de expansão, você pode retirar a maior parte dos lucros para os sócios, mas sempre deixando uma parte para a empresa, ok?

A palavra chave na distribuição de lucros é: bom senso.

 

Falácia do lucro de 100%

Você já deve ter ouvido falar frases como “tenho 100% de lucro” ou então “fulano de 200% de lucro”.

Pois bem, apesar de bem intencionada, tecnicamente esta frase está incorreta.

É impossível uma empresa ter 100% de lucro. Esta é uma grande falácia.

A verdade é que estes “100%”, “200%”, etc. de lucro, referem-se a outro conceito: o mark-up (ou taxa de marcação).

O lucro sempre é calculado em cima do faturamento.

Então dizer que você tem 100% de lucro seria como dizer que sobrou (lucrou) tudo o que você vendeu. Isso é impossível.

Neste caso, o certo é dizer que você tem um mark-up de 100% ou 200% ou 345%. Aí tudo bem.

O mark-up (ou taxa de marcação) é a diferença que você aplica entre o preço de venda e o custo do produto. Se você tem um produto que te custa 50,00 e você o vende por 100,00, significa que seu mark-up é de 100%.

Se você quiser compreender mais profundamente, recomendo que leia nosso artigo: Você nunca teve e jamais terá 100% de lucro.

Não vejo o lucro: quando é hora de parar e fechar o negócio?

Quase metade das empresas fecham suas portas em menos de dois anos de existência.

Por vários motivos essas empresas acumularam prejuízos e foram obrigadas a fechar as portas.

Mas com saber se o negócio realmente não dá certo e é hora de fechar?

O segredo está no Lucro Operacional.

Se consistentemente a empresa não dá resultado operacional, o problema é grave. Ou seja, se mesmo excluindo da conta todos os juros e empréstimos pagos ainda assim o negócio não é positivo, significa que há algum problema operacional na empresa. Provavelmente será um misto de vendas ruins, margens baixas e despesas altas.

Cabe ao empreendedor entender quis resultados ele precisa alcançar para que a empresa fique positiva.

Se você avalia que está MUITO longe de alcançar tal resultado, possivelmente seja hora de dar um passo atrás e tentar vender ou fechar o negócio.

Você pode entender esta análise de forma mais profunda aqui.

Cultura de lucro. Sua empresa tem?

Tudo isso que abordamos neste post pode se resumir nestas poucas palavras: cultura de lucro.

Cultura de Lucro é você ter toda a empresa focada no lucro.

São os colaboradores entendendo a lógica financeira e comprometidos com o aumento das vendas e com a redução de custos.

São os sócios tratando o dinheiro da empresa como dinheiro da empresa e não como dinheiro pessoal.

Cultura de lucro é toda primeira semana do mês você estar com o financeiro fechado e analisando dos números, sempre procurando oportunidades de melhoria.

É a empresa gerando resultado positivo de forma consistente.

 

Toda empresa precisa ser lucrativa, ou seja, gastar menos do que recebe e vice-versa.

Uma boa gestão financeira é o que vai permitir o seu negócio ter o lucro desejado e assim lhe dar a liberdade que você gostaria.

Aqui resumimos um arsenal de conteúdo sobre lucro. Espero que tenha gostado =)

Se gostou, compartilha este post nos botões abaixo e deixa seu comentário 😉

 

Grande abraço!!

Renan Kaminski | criando empresas altamente lucrativas

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Você sabe como um empresário fica rico?

ricoo

Parece uma pergunta meio boba e estranha, mas pensa um pouco...

O que faz o dono de uma empresa se tornar uma pessoa rica?

É simplesmente ter uma empresa grande? Uma empresa que fature muito?

 

Não é tão simples...

Vamos lá! Como um empresário se torna verdadeiramente rico.

 

Primeiro precisamos entender como o fluxo de dinheiro do negócio vai parar na conta do sócio.

 

princípio base de tudo é a separação do dinheiro da empresa e do dinheiro do sócio.

Se você não faz isso, você está de brincadeira na tomateira, como diria meu cliente Murilo Gun.

 

Entendendo que todo o faturamento da empresa é da empresa, então o sócio ganha dinheiro (de forma geral) de duas maneiras:

1. Seu salário fixo (e eventual remuneração variável) – é a remuneração que você recebe por estar à frente da empresa.

2. A distribuição dos lucros que a empresa gerou – você pode tirar um % do lucro para seu bolso, enquanto o resto fica para ser reinvestido na empresa.

Ok até aqui?

Tranquilo né?

 

Agora vêm os dois segredos da riqueza de um empresário:

 

Segredo número #1

Investimentos.

Você pode tirar um salário incrível mensal, tipo 40 mil reais por mês.

Mas se você gasta toda essa grana, você nunca vai ser rico.

Nunca.

Never.

Jamais.

 

Assim, obrigatoriamente uma parte do seu salário ter que ser investido!

É este dinheiro investido consistentemente, rendendo juros sobre juros que vai te levar à riqueza.

 

Se você não poupa e não investe, não ficará rico.

 

Segredo número #2

Lucro, muito lucro.

Você investir uma parte do seu salário vai te possibilizar uma riqueza a médio e longo prazo.

Mas tem algo que dá uma turbinada nessa velocidade:

A distribuição de lucros aos sócios.

 

Imagina o seguinte:

Você tem um salário de 4 mil mês.

Deste total, você investe 25%, ou seja, 1.000 por mês

Ao final de um ano, já considerando os juros, você vai ter cerca de 12.500 reais.

 

Ok.

Agora imagina que seu negócio faturou 500 mil reais no ano.

E você obteve um lucro de 17%, ou seja, 85 mil de lucro.

Se você estiver numa boa situação financeira na empresa (ser cliente da 4blue ajuda muito nisso =P), você poderia conseguir tirar uns 30 mil reais como distribuição de lucros.

Como esse dinheiro é uma grana extra, uma grande parte dele você pode investir. Digamos que 25 mil da distribuição você coloca no investimento.

 

(pra ter certeza do raciocínio: faturou 500k. Lucrou 85k. Do lucro, distribuiu pro sócio 30k. E deste valor, 25k foi pra investimentos)

 

Percebeu o poder de ter uma empresa que lucra de verdade?

 

Você tinha acumulado com seu salário 12,5k em aplicações. Agora, você acaba de turbinar a conta e colocar mais 25 mil reais. Ou seja, sua conta está com 37,5k.

Se você mantiver aplicando os mesmos 1000 mensais, ao final do próximo ano – antes da próxima distribuição de lucros - você já estará com cerca de 53 mil reais aplicados.

Imagina isso se repetindo ano após ano com seu negócio sempre crescendo...

Veja um gráfico simulando pouco mais de 5 anos:

gráfico empresário rico

Todo mês você aplica uma parte do seu salário. Uma vez por ano você recebe uma parte dos lucros e investe uma grande parcela desse dinheiro.

É o efeito bola de neve acontecendo. Nessa simulação, em 5 anos você teria mais de 250 mil reais na conta.

Quantas pessoas você conhece que tem 250k aplicados?!

Simulando números para 10 anos, mantendo os números bem conservadores, você teria quase 700 mil reais acumulados:

gráfico empresário rico 10 anos

10 anos, quase R$ 700k

 

Conseguiu captar a lógica?

 

Se você não investir uma  parte de seu salário, você não vai ficar rico. Ponto.

Se você não tiver uma empresa lucrativa, esta riqueza irá demorar mais que o necessário.

 

Você está cumprindo estes dois pontos?

(1) Tem um salário bem definido e investe o dinheiro com consistência?

(2) Está conseguindo gerar lucro de verdade em seu negócio?

 

É esse tipo de coisa que nossos clientes dos nossos cursos e consultorias aprendem a fazer.

É fácil? Não.

É possível? Totalmente.

Fazer isso com constância vai te deixar rico? Vai!

 

Salvo raras exceções, a verdade é que:

> Se você não tem a separação das finanças, você não vai chegar lá...

> Se você malemal tem um controle financeiro, você não vai chegar lá...

> Se você até tem controle financeiro, mas não sabe o que fazer com isso, você não vai chegar lá...

> Se você não sabe buiufas nenhuma de investimentos, você não vai chegar lá...

> Se você não tem uma empresa lucrativa, vo-cê-não-vai-che-gar-lá

 

Pode ser duro, mas é a realidade.

E sabe o que é pior?

As coisas não vão melhorar sozinhas.

Faturar mais não significa que você vai lucrar mais.

E sinceramente eu sei que a maioria dos empreendedores não vai conseguir aprender a gestão do dinheiro sem ajuda. Não de forma rápida e prática, pelo menos...

 

É por isso que a 4blue existe. Para ser um atalho no caminho do seu sucesso financeiro.

Você pode tentar chegar lá sozinho ou com ajuda.

Se quiser a ajuda da 4blue, te recomendo nosso curso online FGF (Formação em Gestão Financeira). Cerca de 2.000 empresários já fizeram esse curso e começaram a melhorar suas finanças.

Ainda está no ar um vídeo especial com uma super oferta do FGF. Não vou dar detalhes aqui, então dedica uns minutos pra ver como vamos transformar seu negócio. Confere aqui agora todos os detalhes!

 

Gostou desse artigo?! Escreve abaixo nos comentários =)

Abraços!

Renan Kaminski | 4blue

PS.: existe um macete pra você ver vídeos mais rápido.

No youtube clica na engrenagem de configuração e depois em velocidade. Você consegue perfeitamente ver um vídeo 50% mais rápido.youtube

 

O que é Lucratividade, como Calcular e por que a 4blue decidiu diminuí-la.

(e não é loucura)

                                                                                                                                   

Se você acompanha a 4blue sabe que sempre.. sempre.. mas sempre meeeeesmo ressaltamos que o indicador financeiro mais importante para uma empresa é a Lucratividade.

Mais do que faturamento, mais do que vendas e mais do que outros indicadores. (lembrando que estou falando de indicador financeiro)

Mais do que “quanto entrou” é importante sabermos “quanto sobrou”.

Mas neste post eu vou explicar o porquê decidimos diminuir nossa lucratividade.

O que é Lucratividade?

É o índice que mostra como seu lucro está. Em exemplo, se você fatura 100mil e tem um lucro de 10mil, sua lucratividade é de 10%.

Ou seja, de todo o seu faturamento, você pagou todas as suas contas e no final sobraram 10%.

Por isso que é o indicador mais importante para uma empresa.

Qual a lucratividade esperada para cada tipo de empresa?

Esta informação varia muito. Mas é basicamente assim:

E por que isso? Uma empresa de serviço normalmente tem pouco custo variável e tem uma capacidade máxima de vendas. Por exemplo, um salão de beleza.

Imagine que trabalho sozinho. Eu não consigo cortar infinitos cabelos. Desta forma eu faturo menos, mas meu lucro proporcional é maior.

Já uma loja de roupa pode ter uma capacidade maior de aumentar as vendas. Mas possui muito custo envolvido para isso, por isso a lucratividade esperada por cair.

Mas então é melhor abrir uma empresa de serviço?

Não, a lucratividade é uma proporção. Se você tem um salão de beleza que fatura 10mil e tem lucratividade de 20%, você terá 2mil de lucro.

Já uma loja que fatura 50mil, mas tem uma lucratividade de 10% vai ter 5mil de lucro.

Cada caso é um caso.

Mas você precisa ficar atento a esse percentual. É o mais importante, sem dúvida alguma.

(nós temos um guia completo sobre Lucro. Você pode acessá-lo aqui).

Histórico de lucratividade da 4blue!

Pensando nisso, sempre nos focamos na lucratividade.

E nos últimos 12 meses nossa lucratividade média está bem boa. A média é de 32,7%

Ou seja, de tudo o que faturamos. Pagamos pessoal, pró-labore, nossa estrutura, investimentos, impostos, etc e etc e sobra 32,7%

 

O que é muito bom e deve ser muito comemorado (inclusive sempre vamos numa churrascaria se no bimestre a média for superior a 30%)

Mas...

Mas...

Mas...

Uma reunião em junho de 2017 as coisas mudaram.

Decidimos “diminuir” nossa lucratividade de forma forçada.

Isso mesmo:

Vamos forçar a diminuição de nossa lucratividade.

 

Por que decidimos diminuir a nossa lucratividade?

 

Bem, se você reparar ali em cima, a lucratividade vem depois de pagar custos variáveis, fixos e investimentos (pode ler mais neste artigo sobre estas categorias).

A 4blue vem crescendo constantemente desde 2009.

E só conseguimos crescer porque investimos muito.

A nossa missão é fazer pequenas empresas crescerem. Principalmente no pensamento de grande empresa.

Muitas empresas continuam pequenas por medo de investir. Ou até mesmo por não saber onde e quanto investir.

O ponto é: a 4blue investe muito. Para você ter uma ideia, nos últimos 12 meses investimos em média 23,2% de nosso faturamento.

Investimento é crescimento! Ponto!

Mas é claro que para isso você precisa ter noção do quanto você pode ou não investir. Não vá saindo investindo em tudo o que vem na cabeça que não é bem assim.

O grande ponto é que com 30% de lucratividade e já com uma reserva financeira de quase 12 meses (ou seja, se pararmos de faturar hoje, entrar zero, nadinha, conseguimos pagar toda nossa estrutura por 12 meses).

Enfim.... com uma reserva e um lucro desse temos uma gordurinha a mais para investir ainda mais.

(não pense que quando a gente não tinha reserva a 4blue não investia, pelo contrário. Desde 2009 a gente investe com o objetivo de crescer. Lembre sempre disso).

Então é por isso que resolvemos “diminuir” nossa lucratividade. Tudo o que ficar acima de 15% iremos reutilizar para investir, seja em Marketing, Cursos, Consultorias, Mentorias, Pessoal.

Iremos nos focar em investir no que vai trazer mais resultado para as pequenas empresas e para a 4blue.

O objetivo é crescer e crescer... e crescer... e crescer.... e com isso ajudar cada vez mais empresas do mundo inteiro.

Se quer crescer junto com a gente teremos o enorme prazer em contribuir com você. Já fez nosso curso grátis? CLIQUE NESSE LINK E INSCREVA-SE

Já fez nossa aula grátis de Gestão Financeira em 5 Passos? Segue link aqui.

Invista em você mesmo, invista em sua empresa e colha os frutos =D

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